quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

6 de janeiro – Dia de Reis

Hoje, comemoramos o Dia de Reis, porém quem eles foram?
Muitas pessoas comemoram o Dia de Reis, mas não conhecem a história, ou parte dela, já que não há muitos detalhes desse registro na Bíblia sobre essa ocasião.

Quem foram os três reis magos?

Os Três Reis Magos, ou simplesmente Reis Magos ou Magos (em grego: μάγοι, transl. magoi), na tradição cristã, são personagens que teriam visitado Jesus logo após o seu nascimento, trazendo-lhe presentes. Foram mencionados apenas no Evangelho segundo Mateus, onde se afirma que teriam vindo “do leste” para venerar o Cristo, “nascido Rei dos Judeus”. Como três presentes foram registrados, diz-se tradicionalmente que tenham sido três, embora Mateus não tenha especificado seu número. São figuras constantes em relatos do natividade e nas comemorações do Natal.

Nos 12 versículos em que trata do assunto, Mateus não especifica o número deles. Sabe-se apenas que eram mais de um, porque a citação está no plural – e não há nenhuma menção de que eram reis. “Não há evidência histórica da existência dessas pessoas”, diz André Chevitaresse, professor de História Antiga da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “São personagens criados pelo evangelista Mateus para simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos.”


História dos Reis

Belchior (também Melchior ou Melquior), Baltasar e Gaspar, não seriam reis nem necessariamente três mas sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos.

Talvez fossem astrólogos ou astrônomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judéia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.

A estrela, conta o evangelho, os precedia e parou por sobre onde estava o menino Jesus.

“E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo”
(Mt 2, 10).

Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus: ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, ser um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles.

O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém).

O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu
(Salmos 141:2).

A mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19: 39 e 40), sendo que estudos no Sudário de Turim encontraram estes produtos.

“Entrando na casa, viram o menino (Jesus), com Maria sua mãe. Prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.” (Mt 2, 11).

“Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra” (Mt 2, 12).

Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles. Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos seus presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.

A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável (673-735), que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata:
“Melquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltasar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.

Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melquior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltasar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.

Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Assim, Melquior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltasar, mirra em reconhecimento da humanidade.

A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento a profecia contida no livro dos Salmos (Sl. 71, 11): “Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo”.

6 de janeiro – Dia de Reis

Hoje, comemoramos o Dia de Reis, porém quem eles foram?
Muitas pessoas comemoram o Dia de Reis, mas não conhecem a história, ou parte dela, já que não há muitos detalhes desse registro na Bíblia sobre essa ocasião.

Quem foram os três reis magos?

Os Três Reis Magos, ou simplesmente Reis Magos ou Magos (em grego: μάγοι, transl. magoi), na tradição cristã, são personagens que teriam visitado Jesus logo após o seu nascimento, trazendo-lhe presentes. Foram mencionados apenas no Evangelho segundo Mateus, onde se afirma que teriam vindo “do leste” para venerar o Cristo, “nascido Rei dos Judeus”. Como três presentes foram registrados, diz-se tradicionalmente que tenham sido três, embora Mateus não tenha especificado seu número. São figuras constantes em relatos do natividade e nas comemorações do Natal.

Nos 12 versículos em que trata do assunto, Mateus não especifica o número deles. Sabe-se apenas que eram mais de um, porque a citação está no plural – e não há nenhuma menção de que eram reis. “Não há evidência histórica da existência dessas pessoas”, diz André Chevitaresse, professor de História Antiga da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “São personagens criados pelo evangelista Mateus para simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos.”


História dos Reis

Belchior (também Melchior ou Melquior), Baltasar e Gaspar, não seriam reis nem necessariamente três mas sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos.

Talvez fossem astrólogos ou astrônomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judéia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.

A estrela, conta o evangelho, os precedia e parou por sobre onde estava o menino Jesus.

“E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo”
(Mt 2, 10).

Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus: ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, ser um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles.

O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém).

O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu
(Salmos 141:2).

A mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19: 39 e 40), sendo que estudos no Sudário de Turim encontraram estes produtos.

“Entrando na casa, viram o menino (Jesus), com Maria sua mãe. Prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.” (Mt 2, 11).

“Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra” (Mt 2, 12).

Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles. Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos seus presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.

A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável (673-735), que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata:
“Melquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltasar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.

Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melquior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltasar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.

Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Assim, Melquior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltasar, mirra em reconhecimento da humanidade.

A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento a profecia contida no livro dos Salmos (Sl. 71, 11): “Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo”.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Quais serão as vibrações de 2011?

Olá gente!

Pensar em 2011, novo ano e ciclo iniciando nos remete a pensar em grandes transformações também. Como já sabemos, a nossa nova presidente da República eleita assumiu o cargo mais importante da nossa política, representando todos os brasileiros e o próprio Brasil no exterior.

Desde o ano 2009, pudemos notar algumas mudanças no âmbito global e um chacoalhão em alguns países do globo, trazendo reflexão para todos os departamentos humanos , talvez para fazer-nos refletir sobre nossa perda da Fé, esquecimento de Deus e falta do evangelho do Cristo em nosso dia a dia.

Em 2011, segundo alguns Babalorixás, será regido por Iansã, Xangô e Oxum. Com isso, podemos antecipar que as grandes mudanças continuarão neste ano e que, talvez, serão até mais intensas se formos analisar cada uma das vibrações que irão reger 2011.


Iansã

Representa a Deusa da espada de fogo, dona das paixões. Iansã é a rainha dos raios, dos ciclones, furacões, tufões, vendavais. Orixá do fogo, guerreira e poderosa. Mãe dos eguns, guia dos espíritos desencarnados, senhora dos cemitérios. Não é muito difícil depararmo-nos com a força da Natureza denominada Iansã (ou Oyá, conforme denominado em alguns bantos). Convivemos com essa energia de Iansã diariamente. Iansã é a representação do vento, da brisa que alivia o calor. Iansã é também o calor, a quentura, o abafamento. É o tremular dos panos, das árvores, dos cabelos. É a lava vulcânica destruidora. Ela é o fogo, o incêndio, a devastação pelas chamas.

Oyá é o raio, a beleza deste fenômeno natural. É o seu poder. É a eletricidade. Iansã está presente no ato simples de acendermos uma lâmpada ou uma vela. Iansã é a energia viva, pulsante, vibrante.


Xangô

Xangô é representado como o rei das pedreiras, senhor dos coriscos e do trovão, Pai de justiça e o Orixá da política. Guerreiro, bravo e conquistador, Xangô também é conhecido como o Orixá mais vaidoso, entre os deuses masculinos africanos. É monarca por natureza e chamado pelo termo Oba, que significa rei.


Xangô é a ideologia, a decisão, a vontade, a iniciativa. Xangô é a rigidez, a organização, o trabalho, a discussão pela melhora, o progresso cultural e social, a voz do povo, o levante, a vontade de vencer. Xangô é a capacidade de organizar e pôr em prática os projetos de diferentes áreas, é a reunião de pessoas, para discutirem pontos e estratégias de trabalho. Xangô também é o sentido de realeza, a atitude imperial, monárquica. É o espírito nobre das pessoas, o chamado “sangue azul”, o poder de liderança. É o líder, o monarca, o reformador. É o justiceiro da Natureza, aquele que manda castigar e que também castiga. Xangô é a atitude digna, a fortaleza, a decisão final.


Oxum

Mãe da água doce, Rainha das cachoeiras, deusa da candura e da meiguice, dona do ouro. Orixá da prosperidade, da riqueza, ligada ao desenvolvimento da criança ainda no ventre da mãe. Oxum exerce uma ampla influência no comportamento dos seres humanos, regendo principalmente o lado teimoso e manhoso, além daquele espírito maquiavélico que existe em todos nos. Oxum rege o charme. Tudo que está ligado à sensualidade, à sutileza, ao dengo, tem a regência de Oxum. Oxum também é o carinho. É o amor, puro, real, maduro, solidificado, sensível. Oxum não chega a ser a paixão. Esta é Iansã. Oxum é o amor, aquele verdadeiro. Ela propicia e alimenta este sentimento nos homens, fazendo-os ser mais calmos e românticos.

Analisando um pouco de cada orixá, conforme citado acima, temos uma prévia de algumas mudanças que estão previstas para o ano 2011 e das vibrações que regerão nosso mundo durante 2011.

Teremos que encarar muitos desafios importantes em 2011. Para isso, uma das principais dicas que sempre ouvimos dos espíritos: Fortalecer nossa fé será um dos caminhos que teremos que trilhar neste ano que acaba de nascer. E me faz lembrar uma das frases ditas por Teresa de Calcutá, no livro Força Eterna do Amor – psicografado pelo médium Robson Pinheiro pelo espírito Teresa de Calcutá – “Fé é a força fundamental de todo o universo, embora ela se dobre à excelência do amor, que tudo direciona de modo a dar qualidade àquilo que ninguém vê ou percebe – apenas sabe”

E que, para esse ano, possamos refletir em nossas atitudes pessoais e sermos melhores, praticarmos as leis de Deus e sermos personagens reais do Evangelho do Cristo.

Abraços

Carlinhos


Dúvidas, críticas e sugestões? Comentem...

Quais serão as vibrações de 2011?

Olá gente!

Pensar em 2011, novo ano e ciclo iniciando nos remete a pensar em grandes transformações também. Como já sabemos, a nossa nova presidente da República eleita assumiu o cargo mais importante da nossa política, representando todos os brasileiros e o próprio Brasil no exterior.

Desde o ano 2009, pudemos notar algumas mudanças no âmbito global e um chacoalhão em alguns países do globo, trazendo reflexão para todos os departamentos humanos , talvez para fazer-nos refletir sobre nossa perda da Fé, esquecimento de Deus e falta do evangelho do Cristo em nosso dia a dia.

Em 2011, segundo alguns Babalorixás, será regido por Iansã, Xangô e Oxum. Com isso, podemos antecipar que as grandes mudanças continuarão neste ano e que, talvez, serão até mais intensas se formos analisar cada uma das vibrações que irão reger 2011.


Iansã

Representa a Deusa da espada de fogo, dona das paixões. Iansã é a rainha dos raios, dos ciclones, furacões, tufões, vendavais. Orixá do fogo, guerreira e poderosa. Mãe dos eguns, guia dos espíritos desencarnados, senhora dos cemitérios. Não é muito difícil depararmo-nos com a força da Natureza denominada Iansã (ou Oyá, conforme denominado em alguns bantos). Convivemos com essa energia de Iansã diariamente. Iansã é a representação do vento, da brisa que alivia o calor. Iansã é também o calor, a quentura, o abafamento. É o tremular dos panos, das árvores, dos cabelos. É a lava vulcânica destruidora. Ela é o fogo, o incêndio, a devastação pelas chamas.

Oyá é o raio, a beleza deste fenômeno natural. É o seu poder. É a eletricidade. Iansã está presente no ato simples de acendermos uma lâmpada ou uma vela. Iansã é a energia viva, pulsante, vibrante.


Xangô

Xangô é representado como o rei das pedreiras, senhor dos coriscos e do trovão, Pai de justiça e o Orixá da política. Guerreiro, bravo e conquistador, Xangô também é conhecido como o Orixá mais vaidoso, entre os deuses masculinos africanos. É monarca por natureza e chamado pelo termo Oba, que significa rei.


Xangô é a ideologia, a decisão, a vontade, a iniciativa. Xangô é a rigidez, a organização, o trabalho, a discussão pela melhora, o progresso cultural e social, a voz do povo, o levante, a vontade de vencer. Xangô é a capacidade de organizar e pôr em prática os projetos de diferentes áreas, é a reunião de pessoas, para discutirem pontos e estratégias de trabalho. Xangô também é o sentido de realeza, a atitude imperial, monárquica. É o espírito nobre das pessoas, o chamado “sangue azul”, o poder de liderança. É o líder, o monarca, o reformador. É o justiceiro da Natureza, aquele que manda castigar e que também castiga. Xangô é a atitude digna, a fortaleza, a decisão final.


Oxum

Mãe da água doce, Rainha das cachoeiras, deusa da candura e da meiguice, dona do ouro. Orixá da prosperidade, da riqueza, ligada ao desenvolvimento da criança ainda no ventre da mãe. Oxum exerce uma ampla influência no comportamento dos seres humanos, regendo principalmente o lado teimoso e manhoso, além daquele espírito maquiavélico que existe em todos nos. Oxum rege o charme. Tudo que está ligado à sensualidade, à sutileza, ao dengo, tem a regência de Oxum. Oxum também é o carinho. É o amor, puro, real, maduro, solidificado, sensível. Oxum não chega a ser a paixão. Esta é Iansã. Oxum é o amor, aquele verdadeiro. Ela propicia e alimenta este sentimento nos homens, fazendo-os ser mais calmos e românticos.

Analisando um pouco de cada orixá, conforme citado acima, temos uma prévia de algumas mudanças que estão previstas para o ano 2011 e das vibrações que regerão nosso mundo durante 2011.

Teremos que encarar muitos desafios importantes em 2011. Para isso, uma das principais dicas que sempre ouvimos dos espíritos: Fortalecer nossa fé será um dos caminhos que teremos que trilhar neste ano que acaba de nascer. E me faz lembrar uma das frases ditas por Teresa de Calcutá, no livro Força Eterna do Amor – psicografado pelo médium Robson Pinheiro pelo espírito Teresa de Calcutá – “Fé é a força fundamental de todo o universo, embora ela se dobre à excelência do amor, que tudo direciona de modo a dar qualidade àquilo que ninguém vê ou percebe – apenas sabe”

E que, para esse ano, possamos refletir em nossas atitudes pessoais e sermos melhores, praticarmos as leis de Deus e sermos personagens reais do Evangelho do Cristo.

Abraços

Carlinhos


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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ano de organização para a SELFB

Olá gente! Feliz 2011 para todos vocês!
Esse ano será muito importante para nós, organizadores e idealizadores da Sociedade Espiritualista Legião da Fraternidade Branca. Estaremos envolvidos na documentação da SELFB junto à Receita Federal, registro do CNPJ e Estatuto para regulamentar a sede de acordo com a Lei vigente no Brasil. Muitos podem me questionar sobre essas questões burocráticas – tudo isso é necessário para um templo religioso, social e espiritual?
Minha resposta é simples: Claro que é importante! Os espíritos nos contam através de vários médiuns psicógrafos e psicofônicos que em todos os planos, tanto superiores como inferiores, que os desencarnados se organizam em “sociedades” ou “comunidades”, através da afinidade ou sintonia. Então porque não organizar nossos templos religiosos, espirituais e/ou sociais dentro da Lei que rege os homens em nosso plano? Porque manter tudo na “informalidade” se estamos trabalhando para Cristo?
Os espíritos nos dão muitas incumbências quando temos um papel a desempenhar no plano físico através da mediunidade, porém depende de nós essa questão burocrática e organizacional para o desempenho eficiente das funções mediúnicas, trazidas pelos espíritos superiores. Ao trabalharmos em prol de alguém que precisa de atenção, temos que ter uma estrutura pronta e bem elaborada para que seja uma das bases do projeto dos espíritos superiores, pois sem organização e conhecimento não há o trabalho para o Cristo. Vocês já imaginaram se os próprios espíritos se manifestassem de qualquer jeito e/ou vivessem em qualquer lugar do universo a bagunça que seria?
Através dessa papelada toda, a SELFB nascerá juridicamente e “existirá” no plano físico, com seus registros e documentos junto aos órgãos que regulam nosso país nessas questões. Em nossa última reunião de 2010, eu reuni o pessoal para demonstrar o que os espíritos me passaram através da psicografia e psicofonia desde 2005 sobre as diretrizes da SELFB para a estruturação de um trabalho espiritual e social.
Em nossa primeira reunião de 2011, fecharemos os últimos detalhes do Estatuto para registrá-lo em Cartório e dar entrada na abertura do CNPJ. Estou muito contente com esse novo desafio. Só tenho que agradecer a Deus, aos espíritos responsáveis pela SELFB e aos meus amigos que estão me auxiliando neste grande desafio que tenho nas mãos para desenvolver.
E, me finalizarei este post com as palavras ditas por Teresa de Calcutá, no vídeo abaixo:
“O fruto da oração é o aprofundamento da fé. E o fruto da fé é o Amor. E o fruto do Amor é o Serviço. E o fruto do Serviço é a Paz.”
Teresa de Calcutá
Um excelente 2011 para todos vocês!
Carlinhos

Ano de organização para a SELFB

Olá gente! Feliz 2011 para todos vocês!
Esse ano será muito importante para nós, organizadores e idealizadores da Sociedade Espiritualista Legião da Fraternidade Branca. Estaremos envolvidos na documentação da SELFB junto à Receita Federal, registro do CNPJ e Estatuto para regulamentar a sede de acordo com a Lei vigente no Brasil. Muitos podem me questionar sobre essas questões burocráticas – tudo isso é necessário para um templo religioso, social e espiritual?
Minha resposta é simples: Claro que é importante! Os espíritos nos contam através de vários médiuns psicógrafos e psicofônicos que em todos os planos, tanto superiores como inferiores, que os desencarnados se organizam em “sociedades” ou “comunidades”, através da afinidade ou sintonia. Então porque não organizar nossos templos religiosos, espirituais e/ou sociais dentro da Lei que rege os homens em nosso plano? Porque manter tudo na “informalidade” se estamos trabalhando para Cristo?
Os espíritos nos dão muitas incumbências quando temos um papel a desempenhar no plano físico através da mediunidade, porém depende de nós essa questão burocrática e organizacional para o desempenho eficiente das funções mediúnicas, trazidas pelos espíritos superiores. Ao trabalharmos em prol de alguém que precisa de atenção, temos que ter uma estrutura pronta e bem elaborada para que seja uma das bases do projeto dos espíritos superiores, pois sem organização e conhecimento não há o trabalho para o Cristo. Vocês já imaginaram se os próprios espíritos se manifestassem de qualquer jeito e/ou vivessem em qualquer lugar do universo a bagunça que seria?
Através dessa papelada toda, a SELFB nascerá juridicamente e “existirá” no plano físico, com seus registros e documentos junto aos órgãos que regulam nosso país nessas questões. Em nossa última reunião de 2010, eu reuni o pessoal para demonstrar o que os espíritos me passaram através da psicografia e psicofonia desde 2005 sobre as diretrizes da SELFB para a estruturação de um trabalho espiritual e social.
Em nossa primeira reunião de 2011, fecharemos os últimos detalhes do Estatuto para registrá-lo em Cartório e dar entrada na abertura do CNPJ. Estou muito contente com esse novo desafio. Só tenho que agradecer a Deus, aos espíritos responsáveis pela SELFB e aos meus amigos que estão me auxiliando neste grande desafio que tenho nas mãos para desenvolver.
E, me finalizarei este post com as palavras ditas por Teresa de Calcutá, no vídeo abaixo:
“O fruto da oração é o aprofundamento da fé. E o fruto da fé é o Amor. E o fruto do Amor é o Serviço. E o fruto do Serviço é a Paz.”
Teresa de Calcutá
Um excelente 2011 para todos vocês!
Carlinhos

domingo, 26 de dezembro de 2010

2010 - Ano marcado pelo trabalho

Olá pessoal, tudo bem por aí?

2010 foi um ano de trabalho muito intenso. Notamos que as vibrações previstas para este ano foram bem fortes e interessantes e, de acordo com a maioria dos jogos de Búzios previram, tivemos um ano com as regências de Xangô, Yemanjá e Oxossi. Com essas três vibrações gerando mudanças e impulsionando a evolução em nosso planeta, acredito que todos sentiram os abalos ocasionados por essas vibrações.

Em minha opinião, foi um ano de muita luta para todos de uma maneira geral. Estamos notando um processo espiritual intenso nos 4 cantos do planeta, inclusive modificando o panorama do nosso globo. A natureza também respondeu a favor disso, através de seus terremotos, maremotos, tsunamis, vulcões em erupção (alguns com a beleza que só eles apresentam), furacões, etc. Enfim, todos esses mecanismos da natureza trabalhando para a higienização planetária que já começou há tempos.

Para nós da Sociedade Espiritualista Legião da Fraternidade Branca (SELFB), o trabalho também foi intenso e de maneira muito satisfatória. Tivemos alguns desafios em atendimentos, alguns desafios na organização, alguns desafios em nossos estudos, mas tudo terminou muito bem devido o empenho e a dedicação de todos os integrantes. Conseguimos finalizar o ano da melhor forma possível com uma mensagem especial de um dos espíritos que nos dirigem.

Em todos os finais de ano, ao terminarmos um período de tempo, temos costume de fazer aquelas promessas intermináveis que vamos fazer isso ou aquilo, mas neste ano especial eu não prometerei nada – ao contrário – quero agradecer a Deus e a Cristo por terem proporcionado um ano de muito trabalho e desafios para o meu crescimento pessoal, profissional e espiritual. Não tenho dúvidas das infinitas maneiras que Deus trabalha em nossas vidas para nos manter na trilha da evolução espiritual e, é isso que tenho que agradecer muito.

Este ano também foi seguido de algumas tristezas: pessoas me fizeram chorar, algumas dúvidas sobre qual caminho seguir, etc., mas levantei a cabeça e segui em frente, acreditando em mim, na minha capacidade de trabalho e aprendizado e, é claro, agradecendo a oportunidade de ser melhor e de evolução proporcionada por nosso Pai.

Buscamos a vida de alguma forma, aproveitamos o final do ciclo que se encerra dia 31 de dezembro para renovar nossas atitudes e melhorarmos no que for possível. Não faça promessas que você próprio sinta que não cumprirá. Peça ajuda aos espíritos superiores que nos ajude a melhorar nossas atitudes perante tudo.

Que o espírito Natalino - não aquele que representa Papai Noel, 25 de Março, Compras nos Shoppings – mas o nascimento do Grande Rabi da Galiléia (Cristo Jesus) se faça presente nos 365 dias de todos os anos de nossa vida encarnada e desencarnada.

Um grande beijo

Um FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO E EXCELENTE 2011 A TODOS

E, fiquem antenados, 2011 teremos muitas novidades para vocês