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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Curso completo de Fitoalquimia
Esta é a última semana para você fazer inscrição no curso de Fitoalquimia que eu estou ministrando.
Vejam o vídeo
A natureza dispõe de uma imensidão de elementos que podem auxiliar em nosso restabelecimento energético, físico e também em nosso dia a dia durante as práticas espirituais. Este curso tem a finalidade de abordar conhecimentos gerais, religiosos, energéticos e terapêuticos das plantas, abordando temas que capacitam médiuns e terapeutas em fazer os seus corretos usos, inclusive atentando para seus cuidados, colheitas e preparos.
Carlos Moraes, o tutor deste curso é graduando em Farmácia, fitoterapeuta formado pelo Conselho Brasileiro de Fitoterapia (CONBRAFITO), terapeuta holístico e médium fundador e dirigente do Centro Espiritualista Legião da Fraternidade Branca - CELFB.
Curso livre, sem pré-requisitos.
Conteúdo programático
Aula 1
Introducão e conteúdo;
Ervas no Egito (exemplificando Cleópatra), o conhecimento de ervas contidas no Papiro de Ebers eo uso da Beladona na Idade Média;
Feiticeiros e Bruxas do passado: uso da Madrágora e a Bruxaria Natural utilizando frutas, pedras e folhas;
Candomblé: conhecimento das folhas passado de pais para filhos verbalmente - conhecimento perdido;
Umbanda: Zélio de Moraes, reencarnação dos magos do passado, conhecimentos trazidos através da mediunidade;
Aula 2
Terminologias utilizadas: Ebós, sacudimentos, Amacis, Defumação, Beberagens, Banhos, Fumos, Bate-folhas;
Fases Lunares na utilização ritualística e espiritual;
Tipo energético das ervas: Quentes, Mornas e Frias;
As ervas e suas ligações com os Orixás - Força dos Orixás nas Ervas;
Aula 3
Como preparar um amaci e uma defumação: Ervas frescas ou Secas (ex: 3 ervas);
Como preparar beberagens e banhos (ex: 3 ervas);
Como preparar fumo ritualístico e bate-folhas (ex: 3 ervas);
Utilização no terreiro ou residencial. Podemos fazer esses ritos em nossas casas ou em mim?;
Aula 4
Energia das plantas em tratamentos terapêuticos. Como utilizar as plantas;
Prática terapêutica: como preparar um escalda-pés, banho de imersão, banho de assento e quais ervas utilizar;
Uso químico e medicamentoso: terminologias fitoterápicos, homeopatia, floral e processos de extração;
Medicamentoso e fitoterápico: como utilizar e quais podemos utilizar: sabonetes, tinturas, pasta de dentes, cremes, gel, etc.;
Conclusão.
Vejam o vídeo
A natureza dispõe de uma imensidão de elementos que podem auxiliar em nosso restabelecimento energético, físico e também em nosso dia a dia durante as práticas espirituais. Este curso tem a finalidade de abordar conhecimentos gerais, religiosos, energéticos e terapêuticos das plantas, abordando temas que capacitam médiuns e terapeutas em fazer os seus corretos usos, inclusive atentando para seus cuidados, colheitas e preparos.
Carlos Moraes, o tutor deste curso é graduando em Farmácia, fitoterapeuta formado pelo Conselho Brasileiro de Fitoterapia (CONBRAFITO), terapeuta holístico e médium fundador e dirigente do Centro Espiritualista Legião da Fraternidade Branca - CELFB.
Curso livre, sem pré-requisitos.
Aula 1
Introducão e conteúdo;
Ervas no Egito (exemplificando Cleópatra), o conhecimento de ervas contidas no Papiro de Ebers eo uso da Beladona na Idade Média;
Feiticeiros e Bruxas do passado: uso da Madrágora e a Bruxaria Natural utilizando frutas, pedras e folhas;
Candomblé: conhecimento das folhas passado de pais para filhos verbalmente - conhecimento perdido;
Umbanda: Zélio de Moraes, reencarnação dos magos do passado, conhecimentos trazidos através da mediunidade;
Aula 2
Terminologias utilizadas: Ebós, sacudimentos, Amacis, Defumação, Beberagens, Banhos, Fumos, Bate-folhas;
Fases Lunares na utilização ritualística e espiritual;
Tipo energético das ervas: Quentes, Mornas e Frias;
As ervas e suas ligações com os Orixás - Força dos Orixás nas Ervas;
Aula 3
Como preparar um amaci e uma defumação: Ervas frescas ou Secas (ex: 3 ervas);
Como preparar beberagens e banhos (ex: 3 ervas);
Como preparar fumo ritualístico e bate-folhas (ex: 3 ervas);
Utilização no terreiro ou residencial. Podemos fazer esses ritos em nossas casas ou em mim?;
Aula 4
Energia das plantas em tratamentos terapêuticos. Como utilizar as plantas;
Prática terapêutica: como preparar um escalda-pés, banho de imersão, banho de assento e quais ervas utilizar;
Uso químico e medicamentoso: terminologias fitoterápicos, homeopatia, floral e processos de extração;
Medicamentoso e fitoterápico: como utilizar e quais podemos utilizar: sabonetes, tinturas, pasta de dentes, cremes, gel, etc.;
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Curso completo de Fitoalquimia
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Aula 1
Introducão e conteúdo;
Ervas no Egito (exemplificando Cleópatra), o conhecimento de ervas contidas no Papiro de Ebers eo uso da Beladona na Idade Média;
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Carlos Moraes, o tutor deste curso é graduando em Farmácia, fitoterapeuta formado pelo Conselho Brasileiro de Fitoterapia (CONBRAFITO), terapeuta holístico e médium fundador e dirigente do Centro Espiritualista Legião da Fraternidade Branca - CELFB.
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Feiticeiros e Bruxas do passado: uso da Madrágora e a Bruxaria Natural utilizando frutas, pedras e folhas;
Candomblé: conhecimento das folhas passado de pais para filhos verbalmente - conhecimento perdido;
Umbanda: Zélio de Moraes, reencarnação dos magos do passado, conhecimentos trazidos através da mediunidade;
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Terminologias utilizadas: Ebós, sacudimentos, Amacis, Defumação, Beberagens, Banhos, Fumos, Bate-folhas;
Fases Lunares na utilização ritualística e espiritual;
Tipo energético das ervas: Quentes, Mornas e Frias;
As ervas e suas ligações com os Orixás - Força dos Orixás nas Ervas;
Aula 3
Como preparar um amaci e uma defumação: Ervas frescas ou Secas (ex: 3 ervas);
Como preparar beberagens e banhos (ex: 3 ervas);
Como preparar fumo ritualístico e bate-folhas (ex: 3 ervas);
Utilização no terreiro ou residencial. Podemos fazer esses ritos em nossas casas ou em mim?;
Aula 4
Energia das plantas em tratamentos terapêuticos. Como utilizar as plantas;
Prática terapêutica: como preparar um escalda-pés, banho de imersão, banho de assento e quais ervas utilizar;
Uso químico e medicamentoso: terminologias fitoterápicos, homeopatia, floral e processos de extração;
Medicamentoso e fitoterápico: como utilizar e quais podemos utilizar: sabonetes, tinturas, pasta de dentes, cremes, gel, etc.;
Conclusão.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Baianos - A linha da humildade e da magia
Hoje comemoramos na Umbanda a Linha de Baianos, devido ao fato de ser comemorado na Bahia o dia de Nosso Senhor do Bonfim e também a Nossa Senhora dos Navegantes que é o dia de Yemanjá. Eu particularmente comemoro a data de Yemanjá dia 8 de dezembro, pois segundo as tradições africanas o mês de Dezembro é o mês de Yemanjá.
A linha dos baianos tem como principal característica a alegria e a verdade. Alegria porque será muito rara a possibilidade de um dia vir através de qualquer médium um baiano carrancudo ou estressado. E essa alegria, peculiar deles, vem sempre embutida de verdade e direção, pois o que eles tiverem para falar para nós diretamente , eles falarão e não passará a mão em nossas cabeças.
São entidades conhecedoras da magia e da feitiçaria, na qual conhecem os aspectos negativos dessas forças profundamente. É muito comum ouvirmos que eles são mandingueiros, pois em sua maioria viveram no passado praticando essas ações e, por isso, conseguem desfazer esses trabalhos como ninguém.
É uma linha de trabalho que eu, particularmente, gosto muito e que tenho uma certa afinidade e que aprendo com eles o que representa a verdadeira humildade, pois podemos dizer que eles são verdadeiros doutores na prática em magia e feitiçaria.
Seu Zé dos Cocos ou Zé Coquinho é o nosso amigo espiritual que sempre aparece na vibração de Xangô para ajudar seus filhos que tiverem passando por problemas de magiamento e problemas financeiros também. Muitos se iludem com a ideia que os espíritos darão fórmulas mágicas de como plantar dinheiro no quintal ou que darão os números da Loteria para ganharem o primeiro prêmio. NADA DISSO! Tenha certeza que eles darão orientações a respeito de sua maneira de agir diariamente como profissional e o que isso pode acarretar na forma que você utiliza para ganhar seu dinheiro; também abrindo seus caminhos para você encontrar um emprego melhor e novo; te ensinar a poupar um pouco mais para não faltar nos momentos de “vacas magras”, etc…
Ele sempre chega:
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
Coquim, coquim baiano, coquim la da Bahia
Coquim venceu demanda com á Senhora da Guia
A linha dos baianos tem como principal característica a alegria e a verdade. Alegria porque será muito rara a possibilidade de um dia vir através de qualquer médium um baiano carrancudo ou estressado. E essa alegria, peculiar deles, vem sempre embutida de verdade e direção, pois o que eles tiverem para falar para nós diretamente , eles falarão e não passará a mão em nossas cabeças.
São entidades conhecedoras da magia e da feitiçaria, na qual conhecem os aspectos negativos dessas forças profundamente. É muito comum ouvirmos que eles são mandingueiros, pois em sua maioria viveram no passado praticando essas ações e, por isso, conseguem desfazer esses trabalhos como ninguém.
É uma linha de trabalho que eu, particularmente, gosto muito e que tenho uma certa afinidade e que aprendo com eles o que representa a verdadeira humildade, pois podemos dizer que eles são verdadeiros doutores na prática em magia e feitiçaria.
Seu Zé dos Cocos ou Zé Coquinho é o nosso amigo espiritual que sempre aparece na vibração de Xangô para ajudar seus filhos que tiverem passando por problemas de magiamento e problemas financeiros também. Muitos se iludem com a ideia que os espíritos darão fórmulas mágicas de como plantar dinheiro no quintal ou que darão os números da Loteria para ganharem o primeiro prêmio. NADA DISSO! Tenha certeza que eles darão orientações a respeito de sua maneira de agir diariamente como profissional e o que isso pode acarretar na forma que você utiliza para ganhar seu dinheiro; também abrindo seus caminhos para você encontrar um emprego melhor e novo; te ensinar a poupar um pouco mais para não faltar nos momentos de “vacas magras”, etc…
Ele sempre chega:
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
Coquim, coquim baiano, coquim la da Bahia
Coquim venceu demanda com á Senhora da Guia
Marcadores:
Atendimentos,
Baianos,
Baianos na Umbanda,
Espiritismo,
Espiritualismo,
Umbanda
Baianos - A linha da humildade e da magia
Hoje comemoramos na Umbanda a Linha de Baianos, devido ao fato de ser comemorado na Bahia o dia de Nosso Senhor do Bonfim e também a Nossa Senhora dos Navegantes que é o dia de Yemanjá. Eu particularmente comemoro a data de Yemanjá dia 8 de dezembro, pois segundo as tradições africanas o mês de Dezembro é o mês de Yemanjá.
A linha dos baianos tem como principal característica a alegria e a verdade. Alegria porque será muito rara a possibilidade de um dia vir através de qualquer médium um baiano carrancudo ou estressado. E essa alegria, peculiar deles, vem sempre embutida de verdade e direção, pois o que eles tiverem para falar para nós diretamente , eles falarão e não passará a mão em nossas cabeças.
São entidades conhecedoras da magia e da feitiçaria, na qual conhecem os aspectos negativos dessas forças profundamente. É muito comum ouvirmos que eles são mandingueiros, pois em sua maioria viveram no passado praticando essas ações e, por isso, conseguem desfazer esses trabalhos como ninguém.
É uma linha de trabalho que eu, particularmente, gosto muito e que tenho uma certa afinidade e que aprendo com eles o que representa a verdadeira humildade, pois podemos dizer que eles são verdadeiros doutores na prática em magia e feitiçaria.
Seu Zé dos Cocos ou Zé Coquinho é o nosso amigo espiritual que sempre aparece na vibração de Xangô para ajudar seus filhos que tiverem passando por problemas de magiamento e problemas financeiros também. Muitos se iludem com a ideia que os espíritos darão fórmulas mágicas de como plantar dinheiro no quintal ou que darão os números da Loteria para ganharem o primeiro prêmio. NADA DISSO! Tenha certeza que eles darão orientações a respeito de sua maneira de agir diariamente como profissional e o que isso pode acarretar na forma que você utiliza para ganhar seu dinheiro; também abrindo seus caminhos para você encontrar um emprego melhor e novo; te ensinar a poupar um pouco mais para não faltar nos momentos de “vacas magras”, etc…
Ele sempre chega:
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
Coquim, coquim baiano, coquim la da Bahia
Coquim venceu demanda com á Senhora da Guia
A linha dos baianos tem como principal característica a alegria e a verdade. Alegria porque será muito rara a possibilidade de um dia vir através de qualquer médium um baiano carrancudo ou estressado. E essa alegria, peculiar deles, vem sempre embutida de verdade e direção, pois o que eles tiverem para falar para nós diretamente , eles falarão e não passará a mão em nossas cabeças.
São entidades conhecedoras da magia e da feitiçaria, na qual conhecem os aspectos negativos dessas forças profundamente. É muito comum ouvirmos que eles são mandingueiros, pois em sua maioria viveram no passado praticando essas ações e, por isso, conseguem desfazer esses trabalhos como ninguém.
É uma linha de trabalho que eu, particularmente, gosto muito e que tenho uma certa afinidade e que aprendo com eles o que representa a verdadeira humildade, pois podemos dizer que eles são verdadeiros doutores na prática em magia e feitiçaria.
Seu Zé dos Cocos ou Zé Coquinho é o nosso amigo espiritual que sempre aparece na vibração de Xangô para ajudar seus filhos que tiverem passando por problemas de magiamento e problemas financeiros também. Muitos se iludem com a ideia que os espíritos darão fórmulas mágicas de como plantar dinheiro no quintal ou que darão os números da Loteria para ganharem o primeiro prêmio. NADA DISSO! Tenha certeza que eles darão orientações a respeito de sua maneira de agir diariamente como profissional e o que isso pode acarretar na forma que você utiliza para ganhar seu dinheiro; também abrindo seus caminhos para você encontrar um emprego melhor e novo; te ensinar a poupar um pouco mais para não faltar nos momentos de “vacas magras”, etc…
Ele sempre chega:
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia
Coquim, coquim baiano, coquim la da Bahia
Coquim venceu demanda com á Senhora da Guia
Marcadores:
Atendimentos,
Baianos,
Baianos na Umbanda,
Espiritismo,
Espiritualismo,
Umbanda
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
20 de janeiro - Oxossi
Hoje é um dia especial, principalmente para nós do CELFB, na qual temos como dirigente espiritual o Caboclo Tupinambá que está sob a vibração de Oxossi.
Além disso, hoje também é o dia que se comemora do Dia do Farmacêutico.
Os caboclos são espíritos fantásticos que sempre estão dispostos a nos ajudar. Alguns são calados, outros são mais falantes e todos estão sempre dispostos a nos ensinar a respeito da natureza.
Aprendi demais com esse caboclo e, por isso, hoje homenageio-o com esse post em nosso blog, levando o conhecimento a respeito dos Caboclos de Oxossi, descrevendo um pouco da visão de Oxossi na Umbanda, o sincretismo de Oxossi com a São Sebastião e Oxossi no Candomblé
Oxossi na Umbanda
Oxóssi na Umbanda é considerado o patrono da linha dos caboclos, atuando para o bem-estar físico e espiritual dos seres humanos.
Segundo esta religião, Oxóssi é figura representativa de uma das sete forças principais de Deus: a força da luta, do trabalho, da providência e da afirmação positiva. Assim, para a Umbanda, Oxóssi representa uma das 7 forças primordiais de Deus, pertencendo ao pólo positivo das energias espirituais, expandindo, irradiando e impelindo os seres para a construção vigorosa de seus destinos, bem como garantindo que os mais fragilizados encontrem doutrinação firme e amorosa, desenvolvendo seu saber religioso e sua fé.
No RJ e SP o sincretismo de Oxossi é com São Sebastião.
História de São Sebastião
Ele teria chegado a Roma através de caravanas de migração lenta pelas costas do mar mediterrâneo, que na época era muito abundante de causa do mar mediterrâneo e o sahara e os dias não tão quente por causa da latitude em torno de 40°. De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal, aGuarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado a 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.
Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: o édito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da Era Comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece precoce. O simbolismo na História, como no caso de Jonas, Noé e também de São Sebastião, é visto, pelas lideranças cristãs atuais, como alegoria, mito, fragmento de estórias, uma construção histórica que atravessou séculos.
O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval, surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.
Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos.
Oxossi no Candomblé
Oxóssi (Òsóòsi) é o deus caçador, senhor da floresta e de todos os seres que nela habitam, Orixá da fartura e da riqueza. Atualmente, o culto a Oxóssi está praticamente esquecido em África, mas é bastante difundido no Brasil, em Cuba e em outras partes da América onde a cultura iorubá prevaleceu. Isso deve-se ao fato de a cidade de Kêtu, da qual era rei, ter sido destruída quase por completo em meados do século XVIII, e os seus habitantes, muitos consagrados a Oxossi, terem sido vendidos como escravos no Brasil e nas Antilhas. Esse fato possibilitou o renascimento de Kêtu, não como estado, mas como importante nação religiosa do Candomblé.
Oxóssi é o rei de Kêtu, segundo dizem, a origem da dinastia. A Oxóssi são conferidos os títulos de Alakétu, Rei, Senhor de Kêtu, e Oníìlé, o dono da Terra, pois em África cabia ao caçador descobrir o local ideal para instalar uma aldeia, tornando-se assim o primeiro ocupante do lugar, com autoridade sobre os futuros habitantes. É chamado de Olúaiyé ou Oni Aráaiyé, senhor da humanidade, que garante a fartura para os seus descendentes.
Na história da humanidade, Oxóssi cumpre um papel civilizador importante, pois na condição de caçador representa as formas mais arcaicas de sobrevivência humana, a própria busca incessante do homem por mecanismos que lhe possibilitem se sobressair no espaço da natureza e impor a sua marca no mundo desconhecido.
A coleta e a caça são formas primitivas de busca de alimento, são os domínios de Oxóssi, orixá que representa aquilo que há de mais antigo na existência humana: a luta pela sobrevivência. Oxóssi é o orixá da fartura e da alimentação, aquele que aprende a dominar os perigos da mata e vai em busca da caça para alimentar a tribo. Mais do que isso, Oxóssi representa o domínio da cultura (entendendo a flecha como utensílio cultural, visto que adquire significados sociais, mágicos, religiosos) sobre a natureza.
Astúcia, inteligência e cautela são os atributos de Oxóssi, pois, como revela a sua história, esse caçador possui uma única flecha, por tanto, não pode errar a presa, e jamais erra. Oxóssi é o melhor naquilo que faz, está permanentemente em busca da perfeição.
Em África, os caçadores que geralmente são os únicos na aldeia que possuem as armas, têm a função de salvar a tribo, são chamados de Oxô, que significa guardião e wúsí que significa popular, ou seja Osowusí e na expressão popular acabou virando Oxóssi. Oxóssi também foi um Òsó, mas foi um guardião especial, pois salvou seu povo do terrível pássaro das Iyá-Mi.
Outras histórias relacionadas com Oxóssi apontam-no como irmão de Ogum. Juntos, eles dominaram a floresta e levaram o homem à evolução. Além de irmão, Oxóssi é grande amigo de Ogum – dizem até que seria seu filho, e onde está Ogum deve estar Oxóssi, as suas forças completam-se e, unidas, são ainda mais imbatíveis.
Oxóssi mantém estreita ligação com Ossaim (Òsanyìn), com quem aprendeu o segredo das folhas e os mistérios da floresta, tornou-se um grande feiticeiro e senhor de todas as folhas, mas teve que se sujeitar aos encantamentos de Ossaim.
A história mostra Oxóssi como filho de Iemanjá, mas a sua verdadeira mãe, segundo o mais antigos, é Apaoká a jaqueira, que vem a ser uma das Iyá-Mi, por isso a intimidade de Oxóssi com essa árvore.
A rebeldia de Oxóssi é algo latente na sua história. Foi desobedecendo às interdições que Oxóssi se tornou orixá.
Tal como Xangô, Oxóssi é um orixá avesso à morte, porque é expressão da vida. A Oxóssi não importa o quanto se viva, desde que se viva intensamente. O frio de Ikú (a morte) não passa perto de Oxóssi, pois ele não acredita na morte.
Características dos filhos de Oxóssi
Os filhos de Oxóssi são pessoas de aparência calma, que podem manter a mesma expressão quando alegres ou aborrecidas, do tipo que não exterioriza as suas emoções, mas não são, de forma alguma, pessoas insensíveis, só preferem guardar os sentimentos para si.
São pessoas que podem parecer arrogantes e prepotentes, e às vezes são. Na realidade, os filhos de Oxóssi são desconfiados, cautelosos, inteligentes e atentos, selecionam muito bem as amizades, pois possuem grande dificuldade em confiar nas pessoas. Apesar de não confiarem, são pessoas altamente confiáveis, das quais não se teme deslealdade; são incapazes de trair até um inimigo. Magoam-se com pequenas coisas e quando terminam uma amizade é para sempre.
São do tipo que ouve conselhos com atenção, respeita a opinião de todos, mas sempre faz o que quer. Com estratégia, acabam por fazer prevalecer a sua opinião e agradando a todos.
Altos e magros, os filhos de Oxóssi possuem facilidade para se mover, mesmo entre obstáculos. O seu andar possui leveza e elegância. A sua presença é sempre notada, mesmo que não façam nada para isso acontecer.
Os filhos de Oxóssi gostam de solidão, isolam-se, ficam à espreita, observam atentamente tudo que se passa à sua volta. Curiosos, percebem as coisas com rapidez, são introvertidos e discretos, vaidosos, distraídos e prestativos, comportamento típico de um caçador, provedor do seu povo.
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