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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Baianos - A linha da humildade e da magia

Hoje comemoramos na Umbanda a Linha de Baianos, devido ao fato de ser comemorado na Bahia o dia de Nosso Senhor do Bonfim e também a Nossa Senhora dos Navegantes que é o dia de Yemanjá. Eu particularmente comemoro a data de Yemanjá dia 8 de dezembro, pois segundo as tradições africanas o mês de Dezembro é o mês de Yemanjá.

A linha dos baianos tem como principal característica a alegria e a verdade. Alegria porque será muito rara a possibilidade de um dia vir através de qualquer médium um baiano carrancudo ou estressado. E essa alegria, peculiar deles, vem sempre embutida de verdade e direção, pois o que eles tiverem para falar para nós diretamente , eles falarão e não passará a mão em nossas cabeças.

São entidades conhecedoras da magia e da feitiçaria, na qual conhecem os aspectos negativos dessas forças profundamente. É muito comum ouvirmos que eles são mandingueiros, pois em sua maioria viveram no passado praticando essas ações e, por isso, conseguem desfazer esses trabalhos como ninguém.

É uma linha de trabalho que eu, particularmente, gosto muito e que tenho uma certa afinidade e que aprendo com eles o que representa a verdadeira humildade, pois podemos dizer que eles são verdadeiros doutores na prática em magia e feitiçaria.

Seu Zé dos Cocos ou Zé Coquinho é o nosso amigo espiritual que sempre aparece na vibração de Xangô para ajudar seus filhos que tiverem passando por problemas de magiamento e problemas financeiros também. Muitos se iludem com a ideia que os espíritos darão fórmulas mágicas de como plantar dinheiro no quintal ou que darão os números da Loteria para ganharem o primeiro prêmio. NADA DISSO! Tenha certeza que eles darão orientações a respeito de sua maneira de agir diariamente como profissional e o que isso pode acarretar na forma que você utiliza para ganhar seu dinheiro; também abrindo seus caminhos para você encontrar um emprego melhor e novo; te ensinar a poupar um pouco mais para não faltar nos momentos de “vacas magras”, etc…

Ele sempre chega:

Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via

Quando eu vim da Bahia, estrada eu não via

E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia

E cada encruza que eu passava, uma vela eu acendia

Coquim, coquim baiano, coquim la da Bahia

Coquim venceu demanda com á Senhora da Guia

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