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domingo, 26 de dezembro de 2010

2010 - Ano marcado pelo trabalho

Olá pessoal, tudo bem por aí?

2010 foi um ano de trabalho muito intenso. Notamos que as vibrações previstas para este ano foram bem fortes e interessantes e, de acordo com a maioria dos jogos de Búzios previram, tivemos um ano com as regências de Xangô, Yemanjá e Oxossi. Com essas três vibrações gerando mudanças e impulsionando a evolução em nosso planeta, acredito que todos sentiram os abalos ocasionados por essas vibrações.

Em minha opinião, foi um ano de muita luta para todos de uma maneira geral. Estamos notando um processo espiritual intenso nos 4 cantos do planeta, inclusive modificando o panorama do nosso globo. A natureza também respondeu a favor disso, através de seus terremotos, maremotos, tsunamis, vulcões em erupção (alguns com a beleza que só eles apresentam), furacões, etc. Enfim, todos esses mecanismos da natureza trabalhando para a higienização planetária que já começou há tempos.

Para nós da Sociedade Espiritualista Legião da Fraternidade Branca (SELFB), o trabalho também foi intenso e de maneira muito satisfatória. Tivemos alguns desafios em atendimentos, alguns desafios na organização, alguns desafios em nossos estudos, mas tudo terminou muito bem devido o empenho e a dedicação de todos os integrantes. Conseguimos finalizar o ano da melhor forma possível com uma mensagem especial de um dos espíritos que nos dirigem.

Em todos os finais de ano, ao terminarmos um período de tempo, temos costume de fazer aquelas promessas intermináveis que vamos fazer isso ou aquilo, mas neste ano especial eu não prometerei nada – ao contrário – quero agradecer a Deus e a Cristo por terem proporcionado um ano de muito trabalho e desafios para o meu crescimento pessoal, profissional e espiritual. Não tenho dúvidas das infinitas maneiras que Deus trabalha em nossas vidas para nos manter na trilha da evolução espiritual e, é isso que tenho que agradecer muito.

Este ano também foi seguido de algumas tristezas: pessoas me fizeram chorar, algumas dúvidas sobre qual caminho seguir, etc., mas levantei a cabeça e segui em frente, acreditando em mim, na minha capacidade de trabalho e aprendizado e, é claro, agradecendo a oportunidade de ser melhor e de evolução proporcionada por nosso Pai.

Buscamos a vida de alguma forma, aproveitamos o final do ciclo que se encerra dia 31 de dezembro para renovar nossas atitudes e melhorarmos no que for possível. Não faça promessas que você próprio sinta que não cumprirá. Peça ajuda aos espíritos superiores que nos ajude a melhorar nossas atitudes perante tudo.

Que o espírito Natalino - não aquele que representa Papai Noel, 25 de Março, Compras nos Shoppings – mas o nascimento do Grande Rabi da Galiléia (Cristo Jesus) se faça presente nos 365 dias de todos os anos de nossa vida encarnada e desencarnada.

Um grande beijo

Um FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO E EXCELENTE 2011 A TODOS

E, fiquem antenados, 2011 teremos muitas novidades para vocês

2010 - Ano marcado pelo trabalho

Olá pessoal, tudo bem por aí?

2010 foi um ano de trabalho muito intenso. Notamos que as vibrações previstas para este ano foram bem fortes e interessantes e, de acordo com a maioria dos jogos de Búzios previram, tivemos um ano com as regências de Xangô, Yemanjá e Oxossi. Com essas três vibrações gerando mudanças e impulsionando a evolução em nosso planeta, acredito que todos sentiram os abalos ocasionados por essas vibrações.

Em minha opinião, foi um ano de muita luta para todos de uma maneira geral. Estamos notando um processo espiritual intenso nos 4 cantos do planeta, inclusive modificando o panorama do nosso globo. A natureza também respondeu a favor disso, através de seus terremotos, maremotos, tsunamis, vulcões em erupção (alguns com a beleza que só eles apresentam), furacões, etc. Enfim, todos esses mecanismos da natureza trabalhando para a higienização planetária que já começou há tempos.

Para nós da Sociedade Espiritualista Legião da Fraternidade Branca (SELFB), o trabalho também foi intenso e de maneira muito satisfatória. Tivemos alguns desafios em atendimentos, alguns desafios na organização, alguns desafios em nossos estudos, mas tudo terminou muito bem devido o empenho e a dedicação de todos os integrantes. Conseguimos finalizar o ano da melhor forma possível com uma mensagem especial de um dos espíritos que nos dirigem.

Em todos os finais de ano, ao terminarmos um período de tempo, temos costume de fazer aquelas promessas intermináveis que vamos fazer isso ou aquilo, mas neste ano especial eu não prometerei nada – ao contrário – quero agradecer a Deus e a Cristo por terem proporcionado um ano de muito trabalho e desafios para o meu crescimento pessoal, profissional e espiritual. Não tenho dúvidas das infinitas maneiras que Deus trabalha em nossas vidas para nos manter na trilha da evolução espiritual e, é isso que tenho que agradecer muito.

Este ano também foi seguido de algumas tristezas: pessoas me fizeram chorar, algumas dúvidas sobre qual caminho seguir, etc., mas levantei a cabeça e segui em frente, acreditando em mim, na minha capacidade de trabalho e aprendizado e, é claro, agradecendo a oportunidade de ser melhor e de evolução proporcionada por nosso Pai.

Buscamos a vida de alguma forma, aproveitamos o final do ciclo que se encerra dia 31 de dezembro para renovar nossas atitudes e melhorarmos no que for possível. Não faça promessas que você próprio sinta que não cumprirá. Peça ajuda aos espíritos superiores que nos ajude a melhorar nossas atitudes perante tudo.

Que o espírito Natalino - não aquele que representa Papai Noel, 25 de Março, Compras nos Shoppings – mas o nascimento do Grande Rabi da Galiléia (Cristo Jesus) se faça presente nos 365 dias de todos os anos de nossa vida encarnada e desencarnada.

Um grande beijo

Um FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO E EXCELENTE 2011 A TODOS

E, fiquem antenados, 2011 teremos muitas novidades para vocês

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

102 anos de Umbanda - O que estamos fazendo com ela?

Olá pessoal!!!

Alguns acreditam que a Umbanda veio de uma religião chamada AUMPRÃ em uma época remota no passado. Outros acreditam que a religião Umbanda iniciou seus cultos com o advento e o aparecimento de Gabriel Malagrida, nome do espírito que se identificou como Caboclo das Sete Encruzilhadas em 15 de novembro de 1908. O que importa para nós ao certo? Prefiro acreditar que Deus e os espíritos superiores acreditam em nós para nos presentear com uma nova maneira de praticar o bem, o amor e a caridade – tão comentada por ai.

Também prefiro acreditar que a Umbanda nasceu em 1908 com o Caboclo das Sete Encruzilhadas, pois esta época está mais próxima de nós. O Caboclo veio até nós pessoalmente para dizer qual era o plano dos espíritos para nós a partir daquele momento – e ao meu ver – isso vale muito mais do que o restante.

Desde 1908 muitas revoluções aconteceram no mundo, momentos decisivos, guerras e destruições em massa assolaram nosso planeta de bênçãos, mas o que temos feito com “mais uma” religião que os espíritos nos confiaram? Minha resposta: - Alguma coisa para tentar destruí-la e usá-la para persuadir o povo (algumas vezes) como se fosse a única verdade da Terra.

Participo hoje de alguns grupos de estudos espíritas, umbandistas e universalistas na internet e, algumas vezes, por parte de alguns por aí, vemos essas discussões infundadas e intermináveis dentro da própria Umbanda lutando pela religião, mas de maneira um pouco duvidosa. Algumas vezes, sob o nome de “Intolerância Religiosa” queremos que as pessoas acreditem e permitam que nos deixem praticar a nossa religião da maneira que quisermos, pois o Fulano A ou o Sicrano B está “proibindo” nosso culto por ele ser pastor Evangélico, padre Católico ou dirigente Espírita.

Mas, pergunto a vocês: Para que entrar nessas discussões sem fim se a própria Constituição Brasileira assegura a liberdade religiosa? Para que vou entrar numa briga sem limites com outro culto religioso, sendo que a própria “Lei dos Homens” me assegura essa liberdade?

Isso para mim soa o que a Igreja Católica fez conosco na Idade Média com a Santa Inquisição e, também, as Cruzadas.Para que lutar por uma coisa que JÁ TEMOS DIREITO? Não é perder tempo? O que estamos fazendo de uma religião nascida em berço esplendido, pátria amada e idolatrada? Alguns poucos infiltrados na religião estão querendo destruí-la ou, quem sabe, transformá-la em um “poder legislativo” de caráter religioso para induzir as pessoas a “votarem a favor”.

Gente, vamos acordar! Estamos vivendo mudanças drásticas e importantes para o futuro do nosso planeta. Temos serem milenares nos planos inferiores do plano espiritual que tentam a todo custo deter o progresso do nosso planeta, utilizando dos seus subordinados e suas artimanhas para nos influenciar a seguir seus comandos, atrasando ainda mais o nosso destino planetário, onde o nosso Governador Maior e Administrador é Jesus, ou Oxalá. O que importa seu nome também?

A Umbanda reviveu ou nasceu? Não importa. Está viva em nossas mãos para trabalharmos para o bem do próximo e para a caridade alheia e não para conseguirmos mais votos para a nossa causa e ‘transformarmos’ o mundo em um “umbandismo” geral.

Temos uma parcela de responsabilidade pela imagem que uma religião tem, independentemente do que ela prega ou que seus fiéis acreditam. Isso me faz lembrar o que Chico disse em uma certa feita: A Umbanda será o que nós [espíritas] fizermos dela. Nessa frase dita por nosso célebre e respeitável Chico traduz uma grande parte disso.

Em todas as religiões tem seus discípulos “atravessados” e que vem naquela Seara para bagunçar com o coreto (como diz o ditado popular). Nós cobramos “Tolerância Religiosa” por nossa religião, mas não respeitamos o nosso irmão Pentecostal ou Evangélico que está ao nosso lado muitas vezes. Atacamos sua crença no velho Testamento, na maneira deles estudarem e interpretarem os textos bíblicos de maneira diferente da nossa – e o que fazemos com eles? Cuspimos na cara deles, dizendo que a “verdade deles” está errada e a “nossa verdade” é a certa.

Agora uma questão básica sobre isso: Cadê a nossa capacidade em tirar nossos irmãos perdidos nas drogas, alcoólatras, prostitutas e bandidos de toda estirpe das perdições desse mundo insano? Algum de nós (espíritas, umbandistas, universalistas ou católicos) conseguimos fazer esse trabalho que os pastores evangélicos e pentecostais sérios fazem com bastante estima? Acredito que a resposta de todos é clara: NÃO CONSEGUIMOS E ELES CONSEGUEM SIM E CONTINUAM CONSEGUINDO.

O próprio Cristo disse: Na Casa do meu Pai existem várias moradas. Nesta frase podemos interpretar de várias maneiras e, em minha opinião, dessa forma também. Os evangélicos também fazem parte dessa Estrutura Espiritual de nosso planeta Terra e tem um trabalho fundamental para ser desenvolvido.

Lutar pelo bem, pelo amor ao próximo, pela caridade é algo que devemos fazer a partir de sempre, mas nesta data tão importante em que comemoramos mais um aniversário, 102 anos de Umbanda, uma religião brasileira poderíamos ter isso em nossas mentes e em nossos corações a partir deste momento para o resto de nossos tempos. Vamos refletir?

Hino da Umbanda

Refletiu a Luz Divina

Com todo seu esplendor

É do reino de Oxalá

Onde há paz e amor

Luz que refletiu na Terra

Luz que refletiu no Mar

Luz que veio de Aruanda para tudo iluminar

A Umbanda é paz e amor

É um mundo cheio de Luz

É a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz

Avante filhos de fé, com a nossa lei não há

Levando ao mundo inteiro a bandeira de Oxalá

Parabéns Umbanda pelos seus 102 anos.

102 anos de Umbanda - O que estamos fazendo com ela?

Olá pessoal!!!

Alguns acreditam que a Umbanda veio de uma religião chamada AUMPRÃ em uma época remota no passado. Outros acreditam que a religião Umbanda iniciou seus cultos com o advento e o aparecimento de Gabriel Malagrida, nome do espírito que se identificou como Caboclo das Sete Encruzilhadas em 15 de novembro de 1908. O que importa para nós ao certo? Prefiro acreditar que Deus e os espíritos superiores acreditam em nós para nos presentear com uma nova maneira de praticar o bem, o amor e a caridade – tão comentada por ai.

Também prefiro acreditar que a Umbanda nasceu em 1908 com o Caboclo das Sete Encruzilhadas, pois esta época está mais próxima de nós. O Caboclo veio até nós pessoalmente para dizer qual era o plano dos espíritos para nós a partir daquele momento – e ao meu ver – isso vale muito mais do que o restante.

Desde 1908 muitas revoluções aconteceram no mundo, momentos decisivos, guerras e destruições em massa assolaram nosso planeta de bênçãos, mas o que temos feito com “mais uma” religião que os espíritos nos confiaram? Minha resposta: - Alguma coisa para tentar destruí-la e usá-la para persuadir o povo (algumas vezes) como se fosse a única verdade da Terra.

Participo hoje de alguns grupos de estudos espíritas, umbandistas e universalistas na internet e, algumas vezes, por parte de alguns por aí, vemos essas discussões infundadas e intermináveis dentro da própria Umbanda lutando pela religião, mas de maneira um pouco duvidosa. Algumas vezes, sob o nome de “Intolerância Religiosa” queremos que as pessoas acreditem e permitam que nos deixem praticar a nossa religião da maneira que quisermos, pois o Fulano A ou o Sicrano B está “proibindo” nosso culto por ele ser pastor Evangélico, padre Católico ou dirigente Espírita.

Mas, pergunto a vocês: Para que entrar nessas discussões sem fim se a própria Constituição Brasileira assegura a liberdade religiosa? Para que vou entrar numa briga sem limites com outro culto religioso, sendo que a própria “Lei dos Homens” me assegura essa liberdade?

Isso para mim soa o que a Igreja Católica fez conosco na Idade Média com a Santa Inquisição e, também, as Cruzadas.Para que lutar por uma coisa que JÁ TEMOS DIREITO? Não é perder tempo? O que estamos fazendo de uma religião nascida em berço esplendido, pátria amada e idolatrada? Alguns poucos infiltrados na religião estão querendo destruí-la ou, quem sabe, transformá-la em um “poder legislativo” de caráter religioso para induzir as pessoas a “votarem a favor”.

Gente, vamos acordar! Estamos vivendo mudanças drásticas e importantes para o futuro do nosso planeta. Temos serem milenares nos planos inferiores do plano espiritual que tentam a todo custo deter o progresso do nosso planeta, utilizando dos seus subordinados e suas artimanhas para nos influenciar a seguir seus comandos, atrasando ainda mais o nosso destino planetário, onde o nosso Governador Maior e Administrador é Jesus, ou Oxalá. O que importa seu nome também?

A Umbanda reviveu ou nasceu? Não importa. Está viva em nossas mãos para trabalharmos para o bem do próximo e para a caridade alheia e não para conseguirmos mais votos para a nossa causa e ‘transformarmos’ o mundo em um “umbandismo” geral.

Temos uma parcela de responsabilidade pela imagem que uma religião tem, independentemente do que ela prega ou que seus fiéis acreditam. Isso me faz lembrar o que Chico disse em uma certa feita: A Umbanda será o que nós [espíritas] fizermos dela. Nessa frase dita por nosso célebre e respeitável Chico traduz uma grande parte disso.

Em todas as religiões tem seus discípulos “atravessados” e que vem naquela Seara para bagunçar com o coreto (como diz o ditado popular). Nós cobramos “Tolerância Religiosa” por nossa religião, mas não respeitamos o nosso irmão Pentecostal ou Evangélico que está ao nosso lado muitas vezes. Atacamos sua crença no velho Testamento, na maneira deles estudarem e interpretarem os textos bíblicos de maneira diferente da nossa – e o que fazemos com eles? Cuspimos na cara deles, dizendo que a “verdade deles” está errada e a “nossa verdade” é a certa.

Agora uma questão básica sobre isso: Cadê a nossa capacidade em tirar nossos irmãos perdidos nas drogas, alcoólatras, prostitutas e bandidos de toda estirpe das perdições desse mundo insano? Algum de nós (espíritas, umbandistas, universalistas ou católicos) conseguimos fazer esse trabalho que os pastores evangélicos e pentecostais sérios fazem com bastante estima? Acredito que a resposta de todos é clara: NÃO CONSEGUIMOS E ELES CONSEGUEM SIM E CONTINUAM CONSEGUINDO.

O próprio Cristo disse: Na Casa do meu Pai existem várias moradas. Nesta frase podemos interpretar de várias maneiras e, em minha opinião, dessa forma também. Os evangélicos também fazem parte dessa Estrutura Espiritual de nosso planeta Terra e tem um trabalho fundamental para ser desenvolvido.

Lutar pelo bem, pelo amor ao próximo, pela caridade é algo que devemos fazer a partir de sempre, mas nesta data tão importante em que comemoramos mais um aniversário, 102 anos de Umbanda, uma religião brasileira poderíamos ter isso em nossas mentes e em nossos corações a partir deste momento para o resto de nossos tempos. Vamos refletir?

Hino da Umbanda

Refletiu a Luz Divina

Com todo seu esplendor

É do reino de Oxalá

Onde há paz e amor

Luz que refletiu na Terra

Luz que refletiu no Mar

Luz que veio de Aruanda para tudo iluminar

A Umbanda é paz e amor

É um mundo cheio de Luz

É a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz

Avante filhos de fé, com a nossa lei não há

Levando ao mundo inteiro a bandeira de Oxalá

Parabéns Umbanda pelos seus 102 anos.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Curso de Magia, Magos Negros e Anti Goécia


Curso de Magia com Robson Pinheiro no Núcleo de Expansão da Consciência.

Em 2 finais de semana:
  • Dias 26, 27 e 28 de novembro de 2010
  • Dias 10, 11 e 12 de dezembro de 2010
Investimento 400,00

Informações (11) 9110-3999 | (11) 2364-3985


Curso de Magia, Magos Negros e Anti Goécia


Curso de Magia com Robson Pinheiro no Núcleo de Expansão da Consciência.

Em 2 finais de semana:
  • Dias 26, 27 e 28 de novembro de 2010
  • Dias 10, 11 e 12 de dezembro de 2010
Investimento 400,00

Informações (11) 9110-3999 | (11) 2364-3985


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Filme “As Cartas Psicografadas por Chico Xavier”



Em novembro de 2010 estréia nos cinemas o filme “As Cartas psicografadas por Chico Xavier”.

As cartas psicografadas por Chico Xavier é um filme de conversas e silêncio. Mães e pais que perderam filhos, procuraram Chico, receberam cartas. Sentimentos, lembranças, imagens da falta de alguém. A procura por alento para a dor sem nome. As palavras chegam em papel manuscrito. As cartas são lidas. Sobreviver a isso, viver ainda assim. As cartas são os elos entre mães e filhos, entre Chico e essas mães e seus filhos, entre o público e o filme.

Um filme dirigido por Cristiana Grumbach


Informações: www.crisisprodutivas.com/ascartaspsicografadasporchicoxavier

Trailer

Filme “As Cartas Psicografadas por Chico Xavier”



Em novembro de 2010 estréia nos cinemas o filme “As Cartas psicografadas por Chico Xavier”.

As cartas psicografadas por Chico Xavier é um filme de conversas e silêncio. Mães e pais que perderam filhos, procuraram Chico, receberam cartas. Sentimentos, lembranças, imagens da falta de alguém. A procura por alento para a dor sem nome. As palavras chegam em papel manuscrito. As cartas são lidas. Sobreviver a isso, viver ainda assim. As cartas são os elos entre mães e filhos, entre Chico e essas mães e seus filhos, entre o público e o filme.

Um filme dirigido por Cristiana Grumbach


Informações: www.crisisprodutivas.com/ascartaspsicografadasporchicoxavier

Trailer

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mensagem de um preto-velho


Olá pessoal

Recebi esta mensagem por três pessoas diferentes há algum tempo, e já reli algumas vezes ...

Essa mensagem demonstra como nossos amigos espirituais nunca nos deixam de lado, e mesmo para puxar a nossa orelha, eles fazem de uma forma belíssima não é?

De início, pensei em grifar as partes que me chamaram a atenção como médium trabalhador da seara de Jesus, mas depois notei que a mensagem deve ser lida integral e pausadamente com muita atenção. Pode não ter o português correto, mas é de uma profundidade incrível o que está escrito aí ...

ààà

Lá nos planos sutis, aonde vocês muitas vezes vão quando dormem, mas ao acordarem não se lembram, existe uma grande família espiritual a lhes esperar, velar e torcer por vocês. Quebrem a barreira vibracional com sentimentos e pensamentos elevados, levando seus corações até eles. Mate a saudade espiritual que existe dentro do seu peito. Deixe a intuição fluir. Os guias espirituais não são mestres intocáveis que vocês devem reverenciar, mas sim, são amigos de jornadas. Conheça-os, converse com eles, trabalhem juntos, mas sorriam e brinquem juntos também. Eles estão te esperando.

Mediunidade é coisa importante e séria, mas não diviniza nem inferioriza ninguém. Vocês sabem disso. Tem gente que pensa que ser grande médium é praticar fenômenos para “incrédulo ver”. Outros pensam que é se vestir todo com uma fantasia, “virar os olhos” e “rebolar” bastante. Não! Mediunidade é você trabalhar em parceria com os amigos do lado de cá para o bem de todos, apenas isso. Vocês complicam muito as coisas. Na verdade tudo é muito simples. Pense na manifestação das criancinhas durante um processo mediúnico. Existe algo mais simples e belo do que isso?

Parem de julgar a manifestação mediúnica ou a experiência do outro. Você pode até não concordar, mas caso para ele faça sentido, deixe. É dele! Isso lembra muito a postura daquele que não consegue fazer melhor e por isso mesmo vive a criticar e apontar o defeito dos outros. As experiências espirituais muitas vezes são de foro íntimo, cada um busca a sua. E cada um fique feliz com a sua! Aprendam também que a dedicação e o estudo ajudam muito. Mas o que realmente conta é o seu dia-dia, como pessoa comum, passando pelo crivo do grande mestre que é a vida. Não adianta nada estudar muito e praticar pouco, principalmente em relação à humildade, tolerância e amor.

Fazer caridade é muito bom. Se, além disso, buscam esclarecer as pessoas, melhor ainda. Tem gente que acha que doando uma cesta básica de Natal, ao desencarnar será “salvo”. Outros ainda se acham muito especiais e caridosos, verdadeiros missionários. Não caiam nessa bobagem. Saibam que, em verdade, ao auxiliar os outros vocês ajudam a si próprios. E quando fizer a caridade, também não apenas dê o peixe, ensine as pessoas a pescarem. “Caridade de consolação” ergue a pessoa, mas depois que ela já está de pé, está na hora de ensiná-la a andar, com a “caridade de esclarecimento”. Pensem nisso! Caridade, faça sempre que surgir a oportunidade de auxiliar o irmão. Esclarecimento leve a todos os lugares, fazendo a sua aura brilhar e contagiando as pessoas com alegria e vontade de viver.

Trabalho em grupo é coisa séria, deve haver amizade, alegria, mas não é reunião social. Os guias escutam os seus pensamentos e não estão nada interessados em suas preferências físicas, nem em suas “paqueras” dentro do grupo, nem dão importância a isso. Tão pouco são cúmplices das fofocas, guerras de vaidade e ciúmes que existem dentro do mesmo. Um trabalho espiritual em grupo é uma benção e oportunidade única de evolução, tanto de encarnados como desencarnados. Aproveitem bem! Existe um montão de mestres esperando por vocês desse lado, mas muitas vezes eles não conseguem lhes amparar, afinal vocês não param de pensar no “vizinho”, ou como a vida é difícil e injusta com vocês…

Os Orixás, os Mestres, os Anjos, os Devas, todos Eles amam a humanidade. Caso queiram fazer um ritual a algum Deles, tudo bem. Mas lembrem-se sempre: vela acesa só tem valor se o coração estiver aceso antes. Caso contrário, não!

A energia de uma erva é poderosa e realmente cura, mas antes, suas próprias energias e o respeito com a vida vegetal devem ser grandes, caso contrário, é desperdício de tempo. Qualquer ritual de magia para o bem é lindo e bem quisto pela espiritualidade, mas não se perca no meio de muitos rituais e elementos esquecendo o essencial. O grande mestre da magia é o coração, e a grande força motriz é a sua mente. Lembrem-se disso.

Não sejam espiritualistas pela metade. Durante o dia vocês ficam pensando em espiritualidade, mas ao dormir, que é a grande hora onde o espírito se liberta do corpo físico, vocês não pensam em nada, ficam com preguiça e logo suas mentes são invadidas por um monte de coisas, adormecendo na mais perfeita desordem. No mínimo orem ao deitar-se. Agradeçam o dia, coloquem-se à disposição do aprendizado, aproveitem as horas de sono. Elas são chaves de acesso ao crescimento espiritual. Meditem nisso.

Eu sou um preto-velho. Pouco importa minha forma ou meu nome. O que importa é que eu sou luz, como vocês e todos nós, filhos da Grande Luz. O sol brilha em meu coração, no seu e em toda humanidade. Você ainda tem preconceito em relação a raças? As culturas diferentes? Religião? E julgam-se espiritualistas? Ora amigo, deixe disso! Lembre-se: todos viemos da mesma forma. Eu tenho apenas uma palavra para descrever o preconceito: ignorância!

Ignorância também são as paredes e preconceitos religiosos. Todos os mestres da humanidade pregaram o desprendimento, mas o que os seus seguidores mais fazem é ter o sentimento de posse em relação a Eles. E lá se vão guerras, ofensas e desarmonia entre uma religião e outra. E lá se vão discussões infindáveis entre doutrinas diferentes. Todos os caminhos levam a Deus, mas muitos acham que seu caminho é melhor do que dos outros, não é mesmo? Façam um favor à humanidade, meu filhos: vão voando nas asas do universalismo ecumênico! E parem com essas bobagens…

Do lado de cá nós adoramos música. Ela rejuvenesce a alma, acorda o coração e desperta a intuição. Aproveitem as músicas de qualidade. Elas são ótimas e verdadeiro brilho e alimento para vossos espíritos. Também escutem a música que os espíritos superiores cantam secretamente dentro do coração de cada um. É a música da Criação, ela está em todos, mas só pode ser escutada quando a mente silencia e o coração brilha. Pensem nisso!

Pensem também na natureza. Coloquem uma música suave. Direcionem - se mentalmente a um desses sítios sagrados, verdadeiros altares vivos do amor de Deus. Pensem na força curativa das matas, na força amorosa e pacificadora das cachoeiras, da limpeza energética que o mar traz ao espírito. Meditem neles. Isso traz sintonia, reciclagem energética e boa disposição. Façam isso por vocês e fiquem bem!

Por fim, dediquem - se mais ao autoconhecimento. Ele é muito importante. E um dia, mesmo que isso demore milênios, vocês se conhecerão tanto que realmente descobrirão sua natureza divina. Nesse dia, as cortinas da ilusão se abrirão e você verá o universo a sua frente. Não existirá mais Orun* (céu) nem Ayê* (mundo material). Nem eu nem você. Apenas Ele…Pai e Mãe dentro de nós mesmos!

Um Grande abraço

Pai Antônio de Aruanda e Fernando Sepe (escrito por duas mentes em um só coração)

Mensagem de um preto-velho


Olá pessoal

Recebi esta mensagem por três pessoas diferentes há algum tempo, e já reli algumas vezes ...

Essa mensagem demonstra como nossos amigos espirituais nunca nos deixam de lado, e mesmo para puxar a nossa orelha, eles fazem de uma forma belíssima não é?

De início, pensei em grifar as partes que me chamaram a atenção como médium trabalhador da seara de Jesus, mas depois notei que a mensagem deve ser lida integral e pausadamente com muita atenção. Pode não ter o português correto, mas é de uma profundidade incrível o que está escrito aí ...

ààà

Lá nos planos sutis, aonde vocês muitas vezes vão quando dormem, mas ao acordarem não se lembram, existe uma grande família espiritual a lhes esperar, velar e torcer por vocês. Quebrem a barreira vibracional com sentimentos e pensamentos elevados, levando seus corações até eles. Mate a saudade espiritual que existe dentro do seu peito. Deixe a intuição fluir. Os guias espirituais não são mestres intocáveis que vocês devem reverenciar, mas sim, são amigos de jornadas. Conheça-os, converse com eles, trabalhem juntos, mas sorriam e brinquem juntos também. Eles estão te esperando.

Mediunidade é coisa importante e séria, mas não diviniza nem inferioriza ninguém. Vocês sabem disso. Tem gente que pensa que ser grande médium é praticar fenômenos para “incrédulo ver”. Outros pensam que é se vestir todo com uma fantasia, “virar os olhos” e “rebolar” bastante. Não! Mediunidade é você trabalhar em parceria com os amigos do lado de cá para o bem de todos, apenas isso. Vocês complicam muito as coisas. Na verdade tudo é muito simples. Pense na manifestação das criancinhas durante um processo mediúnico. Existe algo mais simples e belo do que isso?

Parem de julgar a manifestação mediúnica ou a experiência do outro. Você pode até não concordar, mas caso para ele faça sentido, deixe. É dele! Isso lembra muito a postura daquele que não consegue fazer melhor e por isso mesmo vive a criticar e apontar o defeito dos outros. As experiências espirituais muitas vezes são de foro íntimo, cada um busca a sua. E cada um fique feliz com a sua! Aprendam também que a dedicação e o estudo ajudam muito. Mas o que realmente conta é o seu dia-dia, como pessoa comum, passando pelo crivo do grande mestre que é a vida. Não adianta nada estudar muito e praticar pouco, principalmente em relação à humildade, tolerância e amor.

Fazer caridade é muito bom. Se, além disso, buscam esclarecer as pessoas, melhor ainda. Tem gente que acha que doando uma cesta básica de Natal, ao desencarnar será “salvo”. Outros ainda se acham muito especiais e caridosos, verdadeiros missionários. Não caiam nessa bobagem. Saibam que, em verdade, ao auxiliar os outros vocês ajudam a si próprios. E quando fizer a caridade, também não apenas dê o peixe, ensine as pessoas a pescarem. “Caridade de consolação” ergue a pessoa, mas depois que ela já está de pé, está na hora de ensiná-la a andar, com a “caridade de esclarecimento”. Pensem nisso! Caridade, faça sempre que surgir a oportunidade de auxiliar o irmão. Esclarecimento leve a todos os lugares, fazendo a sua aura brilhar e contagiando as pessoas com alegria e vontade de viver.

Trabalho em grupo é coisa séria, deve haver amizade, alegria, mas não é reunião social. Os guias escutam os seus pensamentos e não estão nada interessados em suas preferências físicas, nem em suas “paqueras” dentro do grupo, nem dão importância a isso. Tão pouco são cúmplices das fofocas, guerras de vaidade e ciúmes que existem dentro do mesmo. Um trabalho espiritual em grupo é uma benção e oportunidade única de evolução, tanto de encarnados como desencarnados. Aproveitem bem! Existe um montão de mestres esperando por vocês desse lado, mas muitas vezes eles não conseguem lhes amparar, afinal vocês não param de pensar no “vizinho”, ou como a vida é difícil e injusta com vocês…

Os Orixás, os Mestres, os Anjos, os Devas, todos Eles amam a humanidade. Caso queiram fazer um ritual a algum Deles, tudo bem. Mas lembrem-se sempre: vela acesa só tem valor se o coração estiver aceso antes. Caso contrário, não!

A energia de uma erva é poderosa e realmente cura, mas antes, suas próprias energias e o respeito com a vida vegetal devem ser grandes, caso contrário, é desperdício de tempo. Qualquer ritual de magia para o bem é lindo e bem quisto pela espiritualidade, mas não se perca no meio de muitos rituais e elementos esquecendo o essencial. O grande mestre da magia é o coração, e a grande força motriz é a sua mente. Lembrem-se disso.

Não sejam espiritualistas pela metade. Durante o dia vocês ficam pensando em espiritualidade, mas ao dormir, que é a grande hora onde o espírito se liberta do corpo físico, vocês não pensam em nada, ficam com preguiça e logo suas mentes são invadidas por um monte de coisas, adormecendo na mais perfeita desordem. No mínimo orem ao deitar-se. Agradeçam o dia, coloquem-se à disposição do aprendizado, aproveitem as horas de sono. Elas são chaves de acesso ao crescimento espiritual. Meditem nisso.

Eu sou um preto-velho. Pouco importa minha forma ou meu nome. O que importa é que eu sou luz, como vocês e todos nós, filhos da Grande Luz. O sol brilha em meu coração, no seu e em toda humanidade. Você ainda tem preconceito em relação a raças? As culturas diferentes? Religião? E julgam-se espiritualistas? Ora amigo, deixe disso! Lembre-se: todos viemos da mesma forma. Eu tenho apenas uma palavra para descrever o preconceito: ignorância!

Ignorância também são as paredes e preconceitos religiosos. Todos os mestres da humanidade pregaram o desprendimento, mas o que os seus seguidores mais fazem é ter o sentimento de posse em relação a Eles. E lá se vão guerras, ofensas e desarmonia entre uma religião e outra. E lá se vão discussões infindáveis entre doutrinas diferentes. Todos os caminhos levam a Deus, mas muitos acham que seu caminho é melhor do que dos outros, não é mesmo? Façam um favor à humanidade, meu filhos: vão voando nas asas do universalismo ecumênico! E parem com essas bobagens…

Do lado de cá nós adoramos música. Ela rejuvenesce a alma, acorda o coração e desperta a intuição. Aproveitem as músicas de qualidade. Elas são ótimas e verdadeiro brilho e alimento para vossos espíritos. Também escutem a música que os espíritos superiores cantam secretamente dentro do coração de cada um. É a música da Criação, ela está em todos, mas só pode ser escutada quando a mente silencia e o coração brilha. Pensem nisso!

Pensem também na natureza. Coloquem uma música suave. Direcionem - se mentalmente a um desses sítios sagrados, verdadeiros altares vivos do amor de Deus. Pensem na força curativa das matas, na força amorosa e pacificadora das cachoeiras, da limpeza energética que o mar traz ao espírito. Meditem neles. Isso traz sintonia, reciclagem energética e boa disposição. Façam isso por vocês e fiquem bem!

Por fim, dediquem - se mais ao autoconhecimento. Ele é muito importante. E um dia, mesmo que isso demore milênios, vocês se conhecerão tanto que realmente descobrirão sua natureza divina. Nesse dia, as cortinas da ilusão se abrirão e você verá o universo a sua frente. Não existirá mais Orun* (céu) nem Ayê* (mundo material). Nem eu nem você. Apenas Ele…Pai e Mãe dentro de nós mesmos!

Um Grande abraço

Pai Antônio de Aruanda e Fernando Sepe (escrito por duas mentes em um só coração)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

12 de outubro - Oxum


Mitologia Africana

Oxum, Iansã e Obá eram esposas de Xangô. Muitos dizem que Oxum enganou Obá e a induziu a cortar a orelha e colocá-la no amalá de Xangô, criando, com isso, uma grande desavença entre ambas. Mas, na verdade, Obá apenas cortou sua orelha para provar seu amor a Xangô. Muitos difundiram este mito porque Oxum é a deusa da beleza e da juventude, ao passo que Obá tem mais idade e protege as mulheres dignas, idosas e necessitadas, além de trabalhar com Nanã. Quem afirmar que há uma desavença entre Oxum e Obá e que esta é a menos amada por Xangô está totalmente enganado, porque Obá é aquela mulher que fica ao lado do marido e que mais recebe o amor dele. Quanto ao fato de algumas qualidades lutarem entre si, não é por causa da "desavença", que nem é verdadeira, e sim porque as qualidades fazem uma representação de conflitos e guerras do tempo em que tais qualidades estavam na Terra. Do mesmo jeito que, se houver uma qualidade de Iansã que, quando viveu na Terra, teve uma guerra com Ogum, quando ambos incorporarem, representarão uma luta entre si, para mostrar que possuíam certa desavença, e um pouco da história do mundo. Vale lembrar que estamos falando dos ORIXÁS Obá e Oxum, e não de suas qualidades (caminhos). Os orixás tiveram uma história aqui na Terra, e as qualidades, outra. Então, se Iansã tiver um conflito com Ogum, não podemos dizer que a Iansã (ORIXÁ) tem conflito com o Ogum (ORIXÁ), porque quem tem a desavença são suas qualidades, e não os orixás entre si.

No Candomblé (Brasil)

Oxum é um Orixá feminino da nação Ijexá, adotada e cultuada em todas as religiões afro-brasileiras. É o Orixá das águas doces dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza.

Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais.

Oxum é o símbolo da sensibilidade e, muitas vezes, espíritos que trabalham sobre esta vibração, costumam vir carregados de uma “aura de sensibilidade”, derramando lágrimas dos médiuns.

As chamadas “Filhas de Oxum” têm algumas características em suas personalidades. São mulheres voluptuosas que chamam a atenção por onde passam, devido, muitas vezes , sua beleza extravagante; todas elas têm muito bom gosto para se vestirem; muitos dos filhos de Oxum também são identificados por pessoas que choram bastante e por qualquer coisa – sabe aquele filme de romance que ninguém chora e de repente tem um que abre o bocão e chora? Pois é, este – talvez – pode ser um(a) filho(a) de Oxum

Sincretismo Brasileiro

Nas religiões afro-brasileiras é sincretizada com diversas Nossas Senhoras:

- Na Bahia: Nossa Senhora das Candeias ou Nossa Senhora dos Prazeres

- No Sul do Brasil: Nossa Senhora da Conceição

- No Centro-Oeste e Sudeste: ora associada como Nossa Senhora, ora com Nossa Senhora da Aparecida.



Quem não conhece a famosa música tocada em todos os terreiros do nosso Brasil?

Eu vi Mamãe Oxum na cachoeira

Sentada na beira do rio

Eu vi Mamãe Oxum na cachoeira

Sentada na beira do rio

Colhendo lírios, lírioyê

Colhendo lírios, líriowá

Colhendo lírios para enfeitar nosso Gongá


Aperte Play e deguste essa música

12 de outubro - Oxum


Mitologia Africana

Oxum, Iansã e Obá eram esposas de Xangô. Muitos dizem que Oxum enganou Obá e a induziu a cortar a orelha e colocá-la no amalá de Xangô, criando, com isso, uma grande desavença entre ambas. Mas, na verdade, Obá apenas cortou sua orelha para provar seu amor a Xangô. Muitos difundiram este mito porque Oxum é a deusa da beleza e da juventude, ao passo que Obá tem mais idade e protege as mulheres dignas, idosas e necessitadas, além de trabalhar com Nanã. Quem afirmar que há uma desavença entre Oxum e Obá e que esta é a menos amada por Xangô está totalmente enganado, porque Obá é aquela mulher que fica ao lado do marido e que mais recebe o amor dele. Quanto ao fato de algumas qualidades lutarem entre si, não é por causa da "desavença", que nem é verdadeira, e sim porque as qualidades fazem uma representação de conflitos e guerras do tempo em que tais qualidades estavam na Terra. Do mesmo jeito que, se houver uma qualidade de Iansã que, quando viveu na Terra, teve uma guerra com Ogum, quando ambos incorporarem, representarão uma luta entre si, para mostrar que possuíam certa desavença, e um pouco da história do mundo. Vale lembrar que estamos falando dos ORIXÁS Obá e Oxum, e não de suas qualidades (caminhos). Os orixás tiveram uma história aqui na Terra, e as qualidades, outra. Então, se Iansã tiver um conflito com Ogum, não podemos dizer que a Iansã (ORIXÁ) tem conflito com o Ogum (ORIXÁ), porque quem tem a desavença são suas qualidades, e não os orixás entre si.

No Candomblé (Brasil)

Oxum é um Orixá feminino da nação Ijexá, adotada e cultuada em todas as religiões afro-brasileiras. É o Orixá das águas doces dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza.

Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais.

Oxum é o símbolo da sensibilidade e, muitas vezes, espíritos que trabalham sobre esta vibração, costumam vir carregados de uma “aura de sensibilidade”, derramando lágrimas dos médiuns.

As chamadas “Filhas de Oxum” têm algumas características em suas personalidades. São mulheres voluptuosas que chamam a atenção por onde passam, devido, muitas vezes , sua beleza extravagante; todas elas têm muito bom gosto para se vestirem; muitos dos filhos de Oxum também são identificados por pessoas que choram bastante e por qualquer coisa – sabe aquele filme de romance que ninguém chora e de repente tem um que abre o bocão e chora? Pois é, este – talvez – pode ser um(a) filho(a) de Oxum

Sincretismo Brasileiro

Nas religiões afro-brasileiras é sincretizada com diversas Nossas Senhoras:

- Na Bahia: Nossa Senhora das Candeias ou Nossa Senhora dos Prazeres

- No Sul do Brasil: Nossa Senhora da Conceição

- No Centro-Oeste e Sudeste: ora associada como Nossa Senhora, ora com Nossa Senhora da Aparecida.



Quem não conhece a famosa música tocada em todos os terreiros do nosso Brasil?

Eu vi Mamãe Oxum na cachoeira

Sentada na beira do rio

Eu vi Mamãe Oxum na cachoeira

Sentada na beira do rio

Colhendo lírios, lírioyê

Colhendo lírios, líriowá

Colhendo lírios para enfeitar nosso Gongá


Aperte Play e deguste essa música

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

30 de setembro - Xangô


Olá pessoal...

Hoje, 30 de setembro, comemoramos o Dia do orixá Xangô.

Dando continuidade ao que venho fazendo neste blog, a seguir um trecho retirado do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Xango que conta um pouco sobre a mitologia africana, dita em várias roças e barracões de Candomblé no nosso grande Brasil.

Um pouco da Mitologia Africana

Na África

Shango ou Sango, é Orixá de origem Yorubá. Seu mito conta que foi Rei da cidade de Oyo, identificado no jogo do merindilogun pelos odu obará, ejilaxebora e representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba xango.

Pierre Verger dá como resultado de suas pesquisas que: Shango ou Xangô, como todos os outros imolè (orixás e ebora), pode ser descrito sob dois aspectos: histórico e divino.

Como personagem histórico, Xangô teria sido o terceiro Aláàfìn Òyó, "Rei de Oyo", filho de Oranian e Torosi, a filha de Elempê, rei dos tapás, aquele que havia firmado uma aliança com Oranian.

Shango, no seu aspecto divino, permanece filho de Oranian, divinizado porém, tendo Yemanjá como mãe e três divindades como esposas: Oyá, Oxum e Obá.

Shango orixá dos raios, trovões, grandes cargas elétricas e do fogo. É viril e atrevido, violento e justiceiro; castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores. Por esse motivo, a morte pelo raio é considerada infamante. Da mesma forma, uma casa atingida por um raio é uma casa marcada pela cólera de xangô.

No Brasil

Xangô foi o quarto rei lendário de Oyo (Nigéria, África), tornado Orixá de caráter violento e vingativo, cuja manifestação são os raios e os trovões. Filho de Oranian, teve várias esposas sendo as mais conhecidas: Oyá, Oxum e Obá. Xangô é viril e justiceiro; castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores. Sua ferramenta é o Oxê: machado de dois gumes. É tido como um Orixá poderoso das religiões afro-brasileiras.

Enquanto Oxossi é considerado o Rei da nação de ketu, Xangô é considerado o rei de todo o povo yorubá. Orixá do raio e do trovão, dono do fogo, foi um grande rei que unificou todo um povo. Foi ele quem criou o culto de Egungun, sendo ele um dos Orixás que exerce poder sobre os mortos. Xangô é a roupa da morte, por este motivo não deve faltar nos Egbòs de Iku e Egun, o vermelho que lhe pertence. [carece de fontes]Ao se manifestar nos Candomblés, não deve faltar em sua vestimenta uma espécie de saieta, com cores variadas e fortes, que representam as vestes dos Eguns.

Um pouco da minha experiência

Em minhas andanças em vários terreiros e roças por esse mundo afora, aprendi um pouco sobre essa força que é denominada Xangô e de alguns espíritos que se manifestam sob essa vibração.

Aprendi algumas coisas interessantes e outras nem tão interessantes assim, mas que merecem ser vistas e vividas e, mais do que tudo, estudadas.

O mundo dos espíritos é vasto. Podemos ter uma idéia clara referente a isso apenas analisando o mundo dos encarnados, pois o planeta é vasto e abriga uma série de culturas, costumes e religiões e, mesmo imperando o preconceito em nossas almas para aceitarmos as várias formas de cultuarmos Deus, os espíritos sempre dão um jeitinho para se manifestar em nosso plano através da mediunidade de muitos para nos consolar.

E uma dessas maneiras são os espíritos que se manifestam nas várias linhagens da Umbanda e do Candomblé sob a vibração do orixá Xangô, considerado o orixá do trovão, dos raios, e também o orixá que carrega em sua vibração a força das pedras (minerais) e, também, considerado o orixá da Justiça.

Muitos dos espíritos que se manifestam nessa vibração são sérios, carrancudos, pouco falantes, mas também, outros que são opostos a esses, são faladores chegando a ter uma pitada de brincadeira na maneira que eles jogam as palavras para os ouvintes.

Os chamados “filhos de Xangô” são bastante notáveis quando se tem uma relação com eles, principalmente quando se trata de algo que envolve a área profissional. Muitos deles (quando não – todos eles) pedem sua opinião sobre determinada questão, ouvem de bom grado todos seus conselhos sobre aquele determinado assunto, mesmo que tudo isso que ele está ouvindo não vá mudar nenhuma palavra da decisão que ele já tomou para si. São batalhadores, pessoas extremamente justas e generosas (essa questão de generosidade é no sentido de quando eles recebem alguma ajuda de alguém e agem com justiça na questão da generosidade – diferente de se utilizar a palavra generosidade relacionando caridade). Um aspecto negativo de pessoas regidas pelo orixá Xangô é a questão do orgulho. Essas pessoas são bastante orgulhosas de si e de coisas que faz.

Em minhas experiências e em minha mediunidade, me descrevo apenas duas situações específicas envolvendo espíritos dessa vibração:

1- Em um terreiro se manifestava um espírito que se utilizava do próprio nome “Xangô” para se manifestar e trabalhar em questões envolvendo trabalho, vida profissional, conversas fraternas, etc. Tínhamos muita dificuldade para entender o que ele dizia, pois ele utilizava de uma linguagem bastante complicada para compreender a fala, uma mistura de tupi-guarani com yorubá, além da voz baixíssima e, para ajudar ainda mais, o espírito encurvava todo o corpo do médium para frente, fazendo com que o som soasse para baixo.

2- Outra situação é envolvendo minha própria mediunidade que se manifesta um espírito chamado de S. Zé do Côco, com sotaque baiano, muito alegre e que, segundo informações passadas por ele, ele trabalha sob a vibração do orixá Xangô. Ele se envolve em questões de ordem profissional, trabalha com espíritos mais endurecidos, gosta de trazer ensinamentos sobre guias que se manifestam nas chamadas linhas de Umbanda, trabalha com benzimentos, cruzamentos em patuás, etc. Falando muito sobre as questões do livre-arbítrio, o respeito mútuo que os espíritos encarnados e desencarnados devem ter uns com os outros, ele vai envolvendo-nos em uma aura de alegria, despertamento espiritual e seriedade ao mesmo tempo. Come côco até não poder mais, adora comidas quentes, baianas e, claro que bebe muita água de côco também.

Um dos aprendizados que tive desde o início da manifestação do S. Zé através da minha mediunidade é a responsabilidade que temos quando fazemos nossos pedidos a ele. Muitas vezes, nosso pensamento mais voltado para o egoísmo, trai nós mesmos, levando-nos a fazer os pedidos mais mesquinhos e, esquecendo-nos que ele S. Zé é um trabalhador da seara do bem que respeita as leis de Ação e Reação e Livre-arbítrio que regem todo nosso universo. “Peça a coisa certa com o coração aberto ao Pai, que receberás as bênçãos que virão dos céus!”

Se eu fosse escrever tudo o que aprendi com S.Zé, eu escreveria um grande livro aqui, porém não é esse meu intuito, e sim mostrar a ligação desse espírito com as questões mais abrangentes relacionadas ao orixá Xangô, que tem a representação do que foi descrito no início deste post.

Comentários?

Abraços

Carlinhos

30 de setembro - Xangô


Olá pessoal...

Hoje, 30 de setembro, comemoramos o Dia do orixá Xangô.

Dando continuidade ao que venho fazendo neste blog, a seguir um trecho retirado do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Xango que conta um pouco sobre a mitologia africana, dita em várias roças e barracões de Candomblé no nosso grande Brasil.

Um pouco da Mitologia Africana

Na África

Shango ou Sango, é Orixá de origem Yorubá. Seu mito conta que foi Rei da cidade de Oyo, identificado no jogo do merindilogun pelos odu obará, ejilaxebora e representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba xango.

Pierre Verger dá como resultado de suas pesquisas que: Shango ou Xangô, como todos os outros imolè (orixás e ebora), pode ser descrito sob dois aspectos: histórico e divino.

Como personagem histórico, Xangô teria sido o terceiro Aláàfìn Òyó, "Rei de Oyo", filho de Oranian e Torosi, a filha de Elempê, rei dos tapás, aquele que havia firmado uma aliança com Oranian.

Shango, no seu aspecto divino, permanece filho de Oranian, divinizado porém, tendo Yemanjá como mãe e três divindades como esposas: Oyá, Oxum e Obá.

Shango orixá dos raios, trovões, grandes cargas elétricas e do fogo. É viril e atrevido, violento e justiceiro; castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores. Por esse motivo, a morte pelo raio é considerada infamante. Da mesma forma, uma casa atingida por um raio é uma casa marcada pela cólera de xangô.

No Brasil

Xangô foi o quarto rei lendário de Oyo (Nigéria, África), tornado Orixá de caráter violento e vingativo, cuja manifestação são os raios e os trovões. Filho de Oranian, teve várias esposas sendo as mais conhecidas: Oyá, Oxum e Obá. Xangô é viril e justiceiro; castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores. Sua ferramenta é o Oxê: machado de dois gumes. É tido como um Orixá poderoso das religiões afro-brasileiras.

Enquanto Oxossi é considerado o Rei da nação de ketu, Xangô é considerado o rei de todo o povo yorubá. Orixá do raio e do trovão, dono do fogo, foi um grande rei que unificou todo um povo. Foi ele quem criou o culto de Egungun, sendo ele um dos Orixás que exerce poder sobre os mortos. Xangô é a roupa da morte, por este motivo não deve faltar nos Egbòs de Iku e Egun, o vermelho que lhe pertence. [carece de fontes]Ao se manifestar nos Candomblés, não deve faltar em sua vestimenta uma espécie de saieta, com cores variadas e fortes, que representam as vestes dos Eguns.

Um pouco da minha experiência

Em minhas andanças em vários terreiros e roças por esse mundo afora, aprendi um pouco sobre essa força que é denominada Xangô e de alguns espíritos que se manifestam sob essa vibração.

Aprendi algumas coisas interessantes e outras nem tão interessantes assim, mas que merecem ser vistas e vividas e, mais do que tudo, estudadas.

O mundo dos espíritos é vasto. Podemos ter uma idéia clara referente a isso apenas analisando o mundo dos encarnados, pois o planeta é vasto e abriga uma série de culturas, costumes e religiões e, mesmo imperando o preconceito em nossas almas para aceitarmos as várias formas de cultuarmos Deus, os espíritos sempre dão um jeitinho para se manifestar em nosso plano através da mediunidade de muitos para nos consolar.

E uma dessas maneiras são os espíritos que se manifestam nas várias linhagens da Umbanda e do Candomblé sob a vibração do orixá Xangô, considerado o orixá do trovão, dos raios, e também o orixá que carrega em sua vibração a força das pedras (minerais) e, também, considerado o orixá da Justiça.

Muitos dos espíritos que se manifestam nessa vibração são sérios, carrancudos, pouco falantes, mas também, outros que são opostos a esses, são faladores chegando a ter uma pitada de brincadeira na maneira que eles jogam as palavras para os ouvintes.

Os chamados “filhos de Xangô” são bastante notáveis quando se tem uma relação com eles, principalmente quando se trata de algo que envolve a área profissional. Muitos deles (quando não – todos eles) pedem sua opinião sobre determinada questão, ouvem de bom grado todos seus conselhos sobre aquele determinado assunto, mesmo que tudo isso que ele está ouvindo não vá mudar nenhuma palavra da decisão que ele já tomou para si. São batalhadores, pessoas extremamente justas e generosas (essa questão de generosidade é no sentido de quando eles recebem alguma ajuda de alguém e agem com justiça na questão da generosidade – diferente de se utilizar a palavra generosidade relacionando caridade). Um aspecto negativo de pessoas regidas pelo orixá Xangô é a questão do orgulho. Essas pessoas são bastante orgulhosas de si e de coisas que faz.

Em minhas experiências e em minha mediunidade, me descrevo apenas duas situações específicas envolvendo espíritos dessa vibração:

1- Em um terreiro se manifestava um espírito que se utilizava do próprio nome “Xangô” para se manifestar e trabalhar em questões envolvendo trabalho, vida profissional, conversas fraternas, etc. Tínhamos muita dificuldade para entender o que ele dizia, pois ele utilizava de uma linguagem bastante complicada para compreender a fala, uma mistura de tupi-guarani com yorubá, além da voz baixíssima e, para ajudar ainda mais, o espírito encurvava todo o corpo do médium para frente, fazendo com que o som soasse para baixo.

2- Outra situação é envolvendo minha própria mediunidade que se manifesta um espírito chamado de S. Zé do Côco, com sotaque baiano, muito alegre e que, segundo informações passadas por ele, ele trabalha sob a vibração do orixá Xangô. Ele se envolve em questões de ordem profissional, trabalha com espíritos mais endurecidos, gosta de trazer ensinamentos sobre guias que se manifestam nas chamadas linhas de Umbanda, trabalha com benzimentos, cruzamentos em patuás, etc. Falando muito sobre as questões do livre-arbítrio, o respeito mútuo que os espíritos encarnados e desencarnados devem ter uns com os outros, ele vai envolvendo-nos em uma aura de alegria, despertamento espiritual e seriedade ao mesmo tempo. Come côco até não poder mais, adora comidas quentes, baianas e, claro que bebe muita água de côco também.

Um dos aprendizados que tive desde o início da manifestação do S. Zé através da minha mediunidade é a responsabilidade que temos quando fazemos nossos pedidos a ele. Muitas vezes, nosso pensamento mais voltado para o egoísmo, trai nós mesmos, levando-nos a fazer os pedidos mais mesquinhos e, esquecendo-nos que ele S. Zé é um trabalhador da seara do bem que respeita as leis de Ação e Reação e Livre-arbítrio que regem todo nosso universo. “Peça a coisa certa com o coração aberto ao Pai, que receberás as bênçãos que virão dos céus!”

Se eu fosse escrever tudo o que aprendi com S.Zé, eu escreveria um grande livro aqui, porém não é esse meu intuito, e sim mostrar a ligação desse espírito com as questões mais abrangentes relacionadas ao orixá Xangô, que tem a representação do que foi descrito no início deste post.

Comentários?

Abraços

Carlinhos

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Eleições 2010 e Política Brasileira - Estamos fazendo nossa parte?

Olá pessoal...

Faltam apenas 5 dias e estou aqui desta vez para escrever um pouco sobre o verdadeiro sentido que deveríamos dar às eleições brasileiras. Infelizmente nesta última eleição, temos visto a avalanche de seres humanóides que se candidataram para algum cargo na política e querem ser eleitos a todo custo com o nosso voto "consciente", porém devemos analisar muito friamente essa questão.

Todos nós votamos conscientes que o candidato escolhido, entre muitos que existem à nossa “disposição”, exercerá o poder que lhe é dedicado para auxiliar o progresso geral de nossa nação, fazendo com que nosso país cresça de maneira abundante em vários aspectos. Porém, se eu perguntar a vocês: “Vocês recordam qual foram os Deputados Estadual e Federal que vocês votaram na última eleição?” Pois é, aposto que alguns não se recordarão, como eu também não me recordo! Assumo isso de maneira verossímil.

E este é um dos aspectos que gostaria de expor aqui: essa facilidade que temos de não nos importarmos com a lembrança de quem está nos representando no Senado, na Política, enfim no Governo. É triste assumirmos isso, mas também não é tarde mudarmos nossa visão perante a política brasileira.

Sei que muitos de nós estamos desanimados com a avalanche de corrupções que dia após dia é deslizada do Senado para a sociedade. Renúncias, Quebras de Decoro Parlamentar, as intermináveis CPIs, etc., tudo que vem a público e não há uma definição final sobre os casos. Aparentemente – tudo engavetado.

Ao meu ver, isso acontece, em partes, por culpa nossa, por não nos envolvermos de cabeça e sempre pensarmos: “deixa do jeito que está, nada vai mudar mesmo!”. Lembra o que ocorreu com o Collor? O povo pediu que ele saísse e ele saiu. Logicamente que a Política Brasileira fez o papel dela, porém a voz do povo prevaleceu!

Pergunto: Porque estamos tão acomodados perante a política? Se somos conhecidos pelos espíritos como “A Terra do Cruzeiro”, e em alguns locais somos chamados de “A Pátria do Evangelho” porque não tentarmos inverter esse panorama político que governa e amontoa o nosso Senado, com candidatos atuais que dizem, na própria propaganda eleitoral, que não sabe o que vai fazer lá no Senado, quando eleito?

Outra questão importante que ouvi do médium espírita Robson Pinheiro, era sobre nossa preocupação espiritual com os nossos governantes. Nós não estamos interessados que o Brasil cresça financeira e estruturalmente para abrigar melhor os filhos do Brasil? Porque em nossas orações diárias, em nossas vibrações em grupos religiosos, em nossos momentos de suplício ao Pai, não pedimos por aqueles que governam nossas cidades, estados e país? Algum dia, você que está lendo esse texto, já se perguntou isso? Já fez essa questão pra si?

Não sou “petista”, como são chamados aqueles que simpatizam com o Partido dos Trabalhadores - PT, mas porque não rezar, orar, pedir pelo nosso presidente Luis Inácio Lula da Silva? Para que os guardiões pessoais dele possam protegê-lo contra as investidas das trevas, que os espíritos superiores responsáveis pelo Brasil, como Ismael, possa influenciá-lo a cada dia, a cada hora, a cada assinatura de um documento importante para o progresso político e humanitário do nosso Brasil. Não foi Jesus que nos ensinou: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento e Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt, XXII: 34-40). E onde está a nossa cristandade? Nós não nos chamamos cristãos?

Daí, vocês me perguntarão: Onde Cristo entra nessa história da política? Em minha opinião - Em tudo. Sempre rezamos para amigos e familiares, aqueles que nos são caros não é? (sem entrarmos no mérito de outra grande lição que Jesus nos trouxe: “Porque se não amardes senão aos que vos amam, que recompensa haveis de ter?” (Mt. V:20, 43-47), porque não pedir, rezar, auxiliar em pensamento aqueles espíritos encarnados e desencarnados que estão responsáveis pela nossa política, nossos governos municipal, estadual e federal, ajudando assim a melhorar algumas regiões brasileiras onde a miséria e a fome assolam almas todos os dias e todas as noites?

O que vocês acham de começarmos a fazer a nossa parte e mudarmos o panorama político do nosso Estado Brasileiro e encher o peito para falar que somos brasileiros felizes e orgulhosos por fazermos parte dessa mudança da grande Pátria do Evangelho e Terra do Cruzeiro!

Como diz o poeta: Brasil! Mostra a tua cara! Quero ver quem paga pra gente ficar assim!

Vamos fazer nossa parte?

Carlinhos


Eleições 2010 e Política Brasileira - Estamos fazendo nossa parte?

Olá pessoal...

Faltam apenas 5 dias e estou aqui desta vez para escrever um pouco sobre o verdadeiro sentido que deveríamos dar às eleições brasileiras. Infelizmente nesta última eleição, temos visto a avalanche de seres humanóides que se candidataram para algum cargo na política e querem ser eleitos a todo custo com o nosso voto "consciente", porém devemos analisar muito friamente essa questão.

Todos nós votamos conscientes que o candidato escolhido, entre muitos que existem à nossa “disposição”, exercerá o poder que lhe é dedicado para auxiliar o progresso geral de nossa nação, fazendo com que nosso país cresça de maneira abundante em vários aspectos. Porém, se eu perguntar a vocês: “Vocês recordam qual foram os Deputados Estadual e Federal que vocês votaram na última eleição?” Pois é, aposto que alguns não se recordarão, como eu também não me recordo! Assumo isso de maneira verossímil.

E este é um dos aspectos que gostaria de expor aqui: essa facilidade que temos de não nos importarmos com a lembrança de quem está nos representando no Senado, na Política, enfim no Governo. É triste assumirmos isso, mas também não é tarde mudarmos nossa visão perante a política brasileira.

Sei que muitos de nós estamos desanimados com a avalanche de corrupções que dia após dia é deslizada do Senado para a sociedade. Renúncias, Quebras de Decoro Parlamentar, as intermináveis CPIs, etc., tudo que vem a público e não há uma definição final sobre os casos. Aparentemente – tudo engavetado.

Ao meu ver, isso acontece, em partes, por culpa nossa, por não nos envolvermos de cabeça e sempre pensarmos: “deixa do jeito que está, nada vai mudar mesmo!”. Lembra o que ocorreu com o Collor? O povo pediu que ele saísse e ele saiu. Logicamente que a Política Brasileira fez o papel dela, porém a voz do povo prevaleceu!

Pergunto: Porque estamos tão acomodados perante a política? Se somos conhecidos pelos espíritos como “A Terra do Cruzeiro”, e em alguns locais somos chamados de “A Pátria do Evangelho” porque não tentarmos inverter esse panorama político que governa e amontoa o nosso Senado, com candidatos atuais que dizem, na própria propaganda eleitoral, que não sabe o que vai fazer lá no Senado, quando eleito?

Outra questão importante que ouvi do médium espírita Robson Pinheiro, era sobre nossa preocupação espiritual com os nossos governantes. Nós não estamos interessados que o Brasil cresça financeira e estruturalmente para abrigar melhor os filhos do Brasil? Porque em nossas orações diárias, em nossas vibrações em grupos religiosos, em nossos momentos de suplício ao Pai, não pedimos por aqueles que governam nossas cidades, estados e país? Algum dia, você que está lendo esse texto, já se perguntou isso? Já fez essa questão pra si?

Não sou “petista”, como são chamados aqueles que simpatizam com o Partido dos Trabalhadores - PT, mas porque não rezar, orar, pedir pelo nosso presidente Luis Inácio Lula da Silva? Para que os guardiões pessoais dele possam protegê-lo contra as investidas das trevas, que os espíritos superiores responsáveis pelo Brasil, como Ismael, possa influenciá-lo a cada dia, a cada hora, a cada assinatura de um documento importante para o progresso político e humanitário do nosso Brasil. Não foi Jesus que nos ensinou: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento e Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt, XXII: 34-40). E onde está a nossa cristandade? Nós não nos chamamos cristãos?

Daí, vocês me perguntarão: Onde Cristo entra nessa história da política? Em minha opinião - Em tudo. Sempre rezamos para amigos e familiares, aqueles que nos são caros não é? (sem entrarmos no mérito de outra grande lição que Jesus nos trouxe: “Porque se não amardes senão aos que vos amam, que recompensa haveis de ter?” (Mt. V:20, 43-47), porque não pedir, rezar, auxiliar em pensamento aqueles espíritos encarnados e desencarnados que estão responsáveis pela nossa política, nossos governos municipal, estadual e federal, ajudando assim a melhorar algumas regiões brasileiras onde a miséria e a fome assolam almas todos os dias e todas as noites?

O que vocês acham de começarmos a fazer a nossa parte e mudarmos o panorama político do nosso Estado Brasileiro e encher o peito para falar que somos brasileiros felizes e orgulhosos por fazermos parte dessa mudança da grande Pátria do Evangelho e Terra do Cruzeiro!

Como diz o poeta: Brasil! Mostra a tua cara! Quero ver quem paga pra gente ficar assim!

Vamos fazer nossa parte?

Carlinhos


domingo, 26 de setembro de 2010

27 de setembro - Dia de Cosme e Damião




Olá pessoal...

Cosme e Damião, Damião!
Cadê Doum?
Doum tá passeando num cavalo de Ogum.

Quem não conhece essa música. Uma das cantigas das Crianças que se manifestam na Umbanda no nosso Brasil. Hoje, 27 de setembro, comemoramos as festividades de Cosme e Damião.

Na minha infância, era muito comum esta data ser recheada de festividade em meu bairro. Lembro quando tinha aproximadamente 8 anos, tinha um terreiro de Umbanda em frente a minha residência, do outro lado da praça que eu moro até hoje, e todos os “27 de setembro” era um dia de festa em que comíamos doces, pirulitos, balas, bolos, etc. Quando criança, eu e meus vizinhos (todos com a minha idade) morríamos de medo do terreiro, mas neste dia perdíamos todo o medo de tudo e nos entupíamos de balas e doces.

Bem mais tarde, ao ingressar em um centro espírita e iniciar meus estudos espíritas, tendo como base Allan Kardec, perguntei para uma das responsáveis daquele Centro Espírita, que é administrado pela Federação Espírita do Estado de São Paulo (FEESP), sobre as crianças – ou melhor – sobre os espíritos que se manifestam com a roupagem fluídica de crianças e eis o grande absurdo, um dos maiores absurdos , talvez, que já ouvi em toda a minha vida – desculpem vocês a minha franqueza:

Palavras da médium trabalhadora há muitos anos: “Esses espíritos que se manifestam como crianças nos centros de umbanda, são espíritos que estão hipnotizados por outros espíritos inferiores mais inteligentes que prendem o psiquismo daquele espírito na forma de criança e o obriga a manifestá-lo daquela forma, manipulando aqueles encarnados que conversam com os espíritos-criança.”

Naquela época, por ser recém matriculado no centro, não me atrevi a abrir uma discussão sobre isso, pois não achei que seria interessante naquele momento, sendo que eu não tinha muita base para uma discussão mais produtiva. Mas podia me remeter às perguntas 88 e 95 do Livro dos Espíritos, onde o brilhante Kardec pergunta aos espíritos e eles o responde:

88. Os Espíritos têm forma determinada, limitada e constante?

“Para vós, não; para nós, sim. O Espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão, ou uma centelha etérea.”

95. O invólucro semimaterial do Espírito tem formas determinadas e pode ser perceptível?

Tem a forma que o Espírito queira. É assim que este vos aparece algumas vezes, quer em sonho, quer no estado de vigília, e que pode tomar forma visível, mesmo palpável.”

Grifei a parte onde Kardec registra a resposta do Espírito Verdade sobre a forma que o Espírito queira aparecer.

Trabalhando há alguns anos com os espíritos que assessoram e trabalham para a construção da Sociedade Espiritualista Legião da Fraternidade Branca aprendi sobre as roupagens fluídicas utilizadas por todos eles e, inclusive, pelo espírito que se manifesta através de minha mediunidade chama-se Joãozinho.

Joãozinho é brincalhão, falador demais, adora doces e, principalmente chocolate preto. Éca, pois eu adoro o chocolate branco! Durante muito tempo trabalhando com ele, me ensinou bastante, pois mesmo ele me assumindo de surpresa nos finais dos trabalhos, transito na semi-consciência através da mediunidade e ficam registradas em minha mente as lições que ele passa a todos. Conhecimentos importantes e elevados com relação a amor, fraternidade, carinho e afeto para com todos os seres criados, desde minerais, vegetais, animais e, chegando por ultimo, nos hominais.

Através de uma maneira brincalhona e fácil de todos entenderem, Joãozinho consegue entrar no coração dos mais endurecidos e plantar uma sementinha de amor e carinho para que aquele sentimento amoleça e a pessoa se sinta mais tranqüila, conseguindo ver a Vida por outro ângulo.

Uma das lições mais importantes que ele traz sempre em suas palavras é:

Vocês deveriam ver e viver a vida com o espírito mais ligado à infância. As crianças podem ser maltratadas pelos adultos, porém não guardam rancor, ódio ou mágoa – coisa que os adultos guardam demais e, com o passar do tempo, está aumentando mais ainda. Essa dureza de levar a vida tão seriamente está destruindo os corações alheios e estão voltando aos tempos passados em que os bárbaros destruíam uns aos outros. Como nosso Mestre querido nos disse quando estava aqui juntinho de nós: Deixe vir a mim as criancinhas, pois elas que herdarão o reino dos céus. Tenhamos mais pureza de sentimento para levar a vida e ajudar todos que precisam.

Acho que já escrevi demais não?

Abaixo, seguem dois textos que extrai da Wikipédia que achei muito interessante colocar neste post, pois retrata um pouco a visão Africana (Candomblé) e a visão católica que temos sobre esses espíritos que trabalham em todos os cantos do planeta sob a égide do nosso Governador Planetário Jesus Cristo...


Mitologia Africana - Erê

Segundo o panteão africano o Orixá Erê é o intermediário entre a pessoa e seu Orixá, é o aflorar da criança que cada um guarda dentro de si; reside no ponto exato entre a consciência da pessoa e a inconsciência do orixá. É por meio do Erê que o Orixá expressa sua vontade, que o noviço aprende as coisas fundamentais do candomblé, como as danças e os ritos específicos de seu Orixá.

A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa “brincadeira, divertimento”. Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Orixá Ere (não se deve confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente logo após o transe do orixá, ou seja, o Erê é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Erê é de suma importância, pois é o Erê que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.

São Cosme e Damião segundo a Igreja Católica

Há relatos que atestam serem originários da Arábia, de uma família nobre de pais cristãos, no século III. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.

Dizem que eram árabes e viveram na Sicília, às margens do Mediterrâneo, por volta do ano 283. Praticavam a medicina e curavam pessoas e animais sem cobrar nada. É dito que Cosme, Damião e Doum eram trigêmeos e que com a morte de Doum os outros dois irmãos se tornaram determinados em aprender e praticar a medicina para curar a todas as crianças, sempre de forma gratuita.

Por terem se convertido ao cristianismo e vivido na época de maior perseguição aos cristãos, foram torturados e degolados por ordem do imperador Deocleciano.

Antes, por não abrirem mão de sua fé em Cristo, foram acorrentados e atirados do alto de rochedos sobre as ondas, quando anjos os salvaram. Depois, arremessados em chamas de uma fogueira, saíram ilesos. Amparados e protegidos por Deus, foram crucificados e flechados, mas nada a eles aconteceu. Não abdicando da fé, suportaram resignados até a última prova e foram decapitados.

Há várias versões para suas mortes, mas nenhuma comprovada por documentos históricos. Uma das fontes relata que eram dois irmãos, bons e caridosos, que realizavam milagres e por isso teriam sido amarrados e jogados em um despenhadeiro sob a acusação de feitiçaria e de serem inimigos dos deuses romanos.

Segundo outra versão, na primeira tentativa de matá-los, foram afogados, mas salvos por anjos. Na segunda, foram queimados, mas o fogo não lhes causou dano algum. Apedrejados na terceira vez, as pedras voltaram para trás, sem atingi-los. Por fim, morreram degolados.

Pintura - Decaptação de Cosme e Damião por Fra Angelico